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Reunião 57 (Belém,PA, 18/05/2017)

ATA da 57ª reunião do LARC realizada aos dezoito dias do mês de maio de dois mil e dezessete, às 12 horas e trinta minutos na cidade de Belém, PA, em conjunto com a reunião da CE-RESD da SBC.

Estavam presentes Jussara M. Almeida (UFMG – Coordenadora da CE-RESD da SBC), Rossana Andrade (UFC – Diretora do Conselho Técnico-Científico do LARC), Ronaldo Alves Ferreira (UFMS – Vice-Diretor do Conselho Técnico-Científico), Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE – Diretor Executivo do LARC), Elias Procópio Duarte Júnior (UFPR – Vice-Diretor Executivo do LARC), Alberto Schaeffer (UFGRS), Aldri Luiz dos Santos (UFPR), Allan Edgard Silva Freitas (IFBA), Allan M. de Souza (UNICAMP), Antônio Carlos de Oliveira Júnior (UFG), Antônio Jorge Gomes Abelém (UFPA), Artur Ziviani (LNCC), Augusto Neto (UFRN), Bruno Schulze (LNCC), Bruno Yuji Lino Kimura (UNIFESP), Carlos Alberto Vieira Campos (UNIRIO), Carlos Jean F. Quadros (UFPA), Carlos Kamienski (UFABC), Cristiano Both (UFCSPA), Daniel Fernandes Macedo (UFMG), Daniel Guidoni (UFSJ), Daniel S. Menasche (UFRJ), Davis Victor (UFPA), Denis Rosário (UFPA), Dorgival Guedes (UFMG), Edmundo Madeira (UNICAMP), Eduardo Alchieri (UNB), Eduardo Coelho Cerqueira (UFPA), Fábio Morais (UFCG), Fábio Verdi (UFSCAR), Fabíola Greve (UFBA), Fátima Duarte Figueiredo (PUCMG), Felipe Cunha (PUCMG), Flávio de Oliveira Silva (UFU), Gilson Miranda Júnior (UFLA), Heitor Ramos (UFAL), Helder May N. S. Oliveira (UNICAMP), Iara Machado (RNP), Igor Monteiro Moraes (UFF), Joel Rodrigues (INATEL), José Marcos Nogueira (UFMG), Leandro Ciuffo (RNP), Leandro Villas (UNICAMP), Leobino Sampaio (UFBA), Lisandro Granville (UFRGS), Luciano Gaspary (UFRGS), Luiz Henrique Andrade Correia (UFLA), Luís Henrique Maciel Kosmalski Costa (UFRJ), Luiz Bittencourt (UNICAMP), Luiz DeBona (UFPR), Luiz Filipe Vieira (UFMG), Marcelo Gonçalves Rubinstein (UERJ), Marco Netto (IBM), Marcos A. M. Vieira (UFMG), Michael Stanton (RNP), Michele Nogueira (UFPR), Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ), Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ), Pedro Frosi Rosa (UFU), Priscila Solís (UNB), Rafael L. Gomes (UECE), Roberto Sadao Yokoyama (UTFPR), Rodrigo de Souza Couto (UERJ) ,Thiêgo Maciel Nunes (IFPA), Tiago Ferreto (PUCRS), Weverton Cordeiro (UFRGS), William Ferreira Giozza (UNB).

PAUTA COMUM

· Aprovação da ata da reunião de 2016

· Relato de organização do SBRC 2017

· Discussão sobre datas de realização do SBRC

· Relato sobre a organização dos próximos SBRC (2018 a 2020)

· Contratação de estagiário para o LARC e a CE-RESD

· Relato do CADM/RNP

CE-RESD/SBC

· Relato sobre situação financeira da CE-RESD

· Participação no Comitê de Avaliação de Novos Grupos de Trabalho da RNP

· Solicitação à CE dos veículos de publicação mais importantes para a comunidade

· Eleição da nova composição da CE-RESD

LARC

· Relato sobre as atividades de junho 2016-abril 2017

· Processo eleitoral do CGI.BR

· Eleição dos novos representantes do LARC

· Informes Gerais

Às 12h30min Jussara M. Almeida (UFMG – Coordenadora da CE-RESD) e Rossana Andrade (UFC – Diretora do Conselho Técnico Científico do LARC) abriram a reunião informando a pauta comum LARC e CE-RESD.

Rossana Andrade (UFC) passou aos presentes a ata da reunião do ano de 2016 e alertou a todos que somente os presentes na reunião daquele ano deveriam assinar a ata.Em seguida, Rossana Andrade (UFC) conduziu a votação da aprovação da ata da reunião de 2016. Os representantes do LARC e os demais participantes da reunião aprovaram a ata por unanimidade.

 

Rossana Andrade (UFC) passou a palavra para os organizadores do SBRC 2017, Antônio Abelém (UFPA) e Eduardo Cerqueira (UFPA). Eduardo Cerqueira (UFPA) descreveu o programa do evento, que contou com 78 artigos aceitos e organizados em 26 sessões técnicas, 12 ferramentas, 10 workshops com 85 artigos aceitos, seis minicursos, três palestras e três tutoriais. Em seguida, ele apresentou uma perspectiva histórica sobre a organização do SBRC 2017, enfatizando que a organização do evento começou antes do SBRC 2016 e prosseguiu com reuniões periódicas. Ele relatou as dificuldades de se captar patrocínios, mesmo com a contratação de uma empresa de captação, principalmente pelo período de realização do evento, que não se encaixa bem ao ano fiscal e planejamento de patrocínios das empresas privadas. Eduardo Cerqueira (UFPA) relatou ainda que a organização tentou formas alternativas de patrocínio tendo em vista as dificuldades de se conseguir recursos financeiros. Ele citou como exemplo a cessão de ônibus pelo IFPA. Ele relatou que os patrocínios privados ficaram restritos aos patrocinadores tradicionais de anos anteriores, como Google e CGI.br. Ele também ressaltou que Capes e CNPq financiaram o evento e que os valores dos patrocínios foram ligeiramente superiores aos de anos anteriores. Ele relatou que a fundação de apoio à pesquisa do Pará não financiou o evento devido à incompatibilidade do calendário do edital, que previa financiamento de eventos apenas para o segundo semestre. Ele relatou ainda que a UFPA auxiliou na organização do evento com financiamento de passagens e impressões. Eduardo Cerqueira (UFPA) ressaltou a importância da parceria com a RNP, que além de custear suas despesas também pagou pelas inscrições dos participantes do WRNP. Ele relatou que até o momento da reunião, o número de inscritos estava próximo a 600, incluindo os participantes do WRNP. Ele relatou também que o sistema ECOS da SBC apresentou algumas dificuldades para a organização do evento que serão relatados para a SBC. Eduardo Cerqueira (UFPA) ressaltou a necessidade de se criar mecanismos para incentivar a participação de alunos devido a baixa presença deles este ano. Antônio Abelém (UFPA) sugeriu a criação de concursos de teses, dissertações e TCCs em redes de computadores e sistemas distribuídos para incentivar a participação de alunos nos eventos futuros.

 

Antônio Abelém (UFPA) passou a palavra para Ronaldo Ferreira (UFMS) relatar a organização dos workshops. Ronaldo Ferreira (UFMS) relatou que neste ano foi adotada uma estratégia conservadora na organização em que se procurou manter os workshops que já tinham sido organizados em anos anteriores. Ele relatou que foram submetidas 11 propostas de workshops e aceitas 10, incluindo o WRNP. A única proposta que não foi aceita tinha tema muito restrito e que estava contido nos temas de outro workshop proposto. Ronaldo Ferreira (UFMS) destacou a necessidade de se discutir o papel dos workshops dentro do SBRC tendo em vista a baixa participação em alguns workshops que já estão ocorrendo há vários anos. Ele citou como exemplos os workshops WP2P+ e WoCCES que tiveram quatro inscritos, o WoSiDA sete inscritos e o WTF oito inscritos apenas. Os demais workshops tiveram bons números de participantes: o CoUrb com 17 inscritos, o WTIp/D com 20 inscritos, o WCGA, com 21 inscritos, o WPEIF com 24 inscritos e o WGRS com 25 inscritos. Ronaldo Ferreira (UFMS) ressaltou a importância de se exigir as inscrições de autores de artigos nos workshops e também se introduzir um limite no número de artigos por inscrição, pois em um workshop um participante era um dos autores de cinco dos seis artigos aceitos. Ronaldo Ferreira (UFMS) relatou ainda os números de artigos aceitos/submetidos em cada workshop: WTF 8/10, WGRS 12/33, WoSiDA 5/7, WoCCES 8/13, CoUrb 20/54, WCGA 12/29, WTICp/D 5/7, WP2P+ 7/7 e WPEIF 8/13.

 

Ronaldo Ferreira (UFMS) passou a palavra para Edmundo Madeira (UNICAMP) e Michele Nogueira (UFPR) relatarem sobre a coordenação do comitê de programa. Edmundo Madeira (UNICAMP) iniciou sua fala agradecendo aos coordenadores gerais do SBRC pelo convite a ele e a Michele Nogueira (UFPR) para a coordenação do comitê de programa e também pelo apoio durante todo o processo de divulgação das chamadas de trabalho e seleção dos artigos. Ele agradeceu também aos membros do comitê de programa pelo trabalho sério realizado nas revisões. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou que o comitê de programa foi formado por 121 membros selecionados com base nas composições dos comitês de programa dos anos 2014 a 2016 e levando-se em consideração informações fornecidas pelos coordenadores de programa dos anos anteriores. Ele relatou que novos membros foram adicionados, principalmente pelo crescimento da comunidade da área e para permitir a inserção de novos pesquisadores. Otto Duarte (UFRJ) questionou se 121 não seria um número muito elevado para o comitê de programa. Edmundo Madeira (UNICAMP) justificou o número em função do elevado número de artigos submetidos, o que resultou na necessidade de mais de mil avaliações. Otto Duarte (UFRJ) argumentou que acha exagerada a quantidade de quatro avaliações por artigo. Edmundo Madeira (UNICAMP) disse que se sentia mais confortável e melhor embasado com quatro avaliações para tomar a decisão sobre cada artigo. Ronaldo Ferreira (UFMS) questionou se quatro era somente para embasar a decisão ou uma conveniência para não se atrasar o processo de revisão. Edmundo Madeira (UNICAMP) disse que era um misto das duas coisas. Michele Nogueira (UFPR) disse que a decisão de se pedir quatro revisões por artigo foi para não atrasar o processo de revisão tendo em vista que alguns revisores atrasam ou não entregam suas revisões. Otto Duarte (UFRJ) argumentou que essa decisão por quatro revisões acaba penalizando 95% dos membros por causa de alguns poucos que não entregam as revisões. Edmundo Madeira (UNICAMP) apresentou alguns números históricos e disse que as submissões estão em uma trajetória ascendente e que neste ano houve mais submissões do que no ano passado. Ronaldo Ferreira (UFMS) também questionou as quatro revisões e sugeriu um processo de duas mais duas. Ele explicou que nesse processo sugerido, artigos com duas rejeições não receberiam as quatro revisões, pois não faz sentido atribuir artigos muito ruins para simplesmente receberem quatro avaliações com nota um. Otto Duarte (UFRJ) questionou se membros do comitê de programa que não fizeram suas avaliações seriam retirados do TPC. Edmundo Madeira (UNICAMP) respondeu que neste ano alguns pesquisadores não foram convidados por esse motivo e com base em informações dos coordenadores do comitê de programa do ano passado.

 

Em seguida, Edmundo Madeira (UNICAMP) listou os tópicos com maior número de submissões, destacando “Aplicações em redes” (72 submissões), “Desempenho, escalabilidade e confiabilidade” (71 submissões) e “Redes definidas por software” (55 submissões) como os três mais populares. Ele salientou, ainda, que “Redes definidas por software” foi tão popular que gerou três sessões técnicas. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou o número de autores por artigo e ressaltou que os artigos têm tido um número grande de autores, refletindo maiores colaborações. Ele relatou que a média foi de 3,9 autores por artigo. Em seguida, Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou o número de instituições por artigo aceito: 41 artigos com apenas uma instituição, 25 artigos com duas, 12 artigos com três e um artigo com quatro. Ele ainda relatou que 11 artigos tinham autores de outros países. Edmundo Madeira (UNICAMP) ressaltou a importância do bid no processo de revisão, pois o bid visa garantir a atribuição de artigos nas áreas de atuação dos revisores. Em seguida, ele falou do trabalho de resolução de conflitos de interesse e ressaltou que muito desse trabalho tem de ser manual porque o JEMS não consegue resolver todos os conflitos automaticamente. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou que os nomes dos revisores foram revelados durante o processo de discussão e que essa é uma política boa e que deve ser mantida, pois os revisores tendem a fazer melhores revisões por causa da exposição de seus nomes. Ele falou ainda que foram alocados revisores líderes para resolução de conflitos nas avaliações e que a alocação foi aleatória para não direcionar nem na direção de aceitação ou rejeição. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou que em muitos casos os revisores mudaram rapidamente as notas sem uma discussão mais profunda. Ele sugeriu que talvez seja importante eliminar a nota Borderline do formulário de revisão para forçar os revisores a indicarem uma tendência clara de aceitação ou rejeição.Fábio Verdi (UFSCAR) relatou que houve algumas discussões desnecessárias sobre artigos que estavam com tendências claras de aceitação ou rejeição e sugeriu que o processo ficasse restrito somente aos artigos com conflitos. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou que os artigos dos coordenadores do comitê de programa foram gerenciados por três pessoas: Fabíola Greve (UFBA), Luciano Gaspary (UFRGS) e Dorgival Guedes (UFMG). Ele ressaltou ainda que os coordenadores do comitê de programa não tiveram direito ao rebuttal e que os artigos deles foram inseridos no JEMS somente após a definição da nota de corte. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou que foram aceitos 79 artigos, mas um artigo foi retirado após a aceitação. Michele Nogueira (UFPR) explicou que o artigo retirado tinha sido aceito em outra conferência. Ela sugeriu que sejam incluídas na chamada de trabalhos restrições a submissões simultâneas e possíveis penalidades para se evitar o trabalho desnecessário de revisores. Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou que foram alocados 30 minutos para cada artigo, sendo 20 minutos para apresentação e 10 para discussão. Otto Duarte (UFRJ) observou que o tempo alocado pareceu exagerado. Edmundo Madeira (UNICAMP) contra argumentou e disse que o tempo alocado este ano foi o mesmo de anos anteriores.Edmundo Madeira (UNICAMP) relatou o processo de escolha dos melhores artigos, que foram selecionados por uma comissão formada por três professores. Ele relatou que a comissão escolheu um artigo como o melhor do simpósio e dois para menções honrosas.

 

Jussara Almeida (UFMG) passou a palavra para Fábio Verdi (UFSCAR) relatar sobre a organização do SBRC 2018. Fábio Verdi (UFSCAR) começou sua fala lembrando que o último SBRC realizado no estado de São Paulo foi em 1997, em São Carlos, e que, portanto, em 2018 vão completar 21 anos desde a última edição realizada no estado. Ele informou que a cidade escolhida foi Campos do Jordão pela sua excelente infraestrutura turística e para eventos. Ele também ressaltou o fácil acesso pelo fato de São Paulo possuir várias opções de aeroporto e que a comissão organizadora irá providenciar a logística de deslocamento dos aeroportos até Campo do Jordão. Fábio Verdi (UFSCAR) relatou que o SBRC 2018 será realizado no centro de convenções da cidade. Ele alertou que haverá no máximo seis salas para o evento e que, portanto, o número de workshops será reduzido. Em seguida, Fábio Verdi (UFSCAR) apresentou o comitê de organização do SBRC 2018 que é composto pelos coordenadores gerais Fábio Verdi (UFSCAR) e Jó Ueyama (USP-SC), pelos coordenadores do comitê de programa Luiz Fernando Bittencourt (UNICAMP) e Rossana Andrade (UFC), pela coordenadora de palestras e tutoriais Thaís V. Batista (UFRN), pelo coordenador de painéis e debates Elias P. Duarte Jr. (UFPR), pelo coordenador de minicursos Daniel Ludovico Guidoni (UFSJ), pela coordenadora de workshops Silvana Rossetto (UFRJ) e pelo coordenador do salão de ferramentas Rafael Pasquini (UFU). Em seguida, Fábio Verdi (UFSCAR) relatou que o evento será realizado de 6 a 11 de maio para se evitar conflitos com NOMS e ICC. Ronaldo Ferreira (UFMS) alertou que esse período pode trazer sérias dificuldades para a organização, principalmente para envio das versões finais dos artigos aceitos nos workshops. Ele alertou ainda que o calendário da trilha principal e das demais atividades anteriores ao evento deve ser divulgado com antecedência para se evitar os transtornos ocorridos neste ano. Antônio Abelém (UFPA) reforçou os pontos levantados por Ronaldo Ferreira (UFMS) e também alertou para o problema de captação de recursos junto aos órgãos de fomento estaduais. Dando continuidade a sua apresentação, Fábio Verdi (UFSCAR) listou algumas novidades que estão sendo planejadas, como um Hackaton nas áreas do evento, transmissão ao vivo das sessões técnicas, palestras e debates pela RNP em parceria com a TV universitária da USP ou UFSCAR, convites para estudantes estrangeiros participar do SBRC visando o estabelecimento de parcerias futuras, e reestruturação dos workshops. Jussara Almeida (UFMG) salientou a importância de se redefinir os workshops, principalmente pelo baixo público de alguns deles. Ela falou da importância de se pensar em novos temas e extinguir alguns workshops como o WP2P+. Fábio Verdi (UFSCAR) agradeceu a todos e relatou que o site do evento já está online em http://sbrc2018.ufscar.br. Michael Stanton (RNP) questionou a conectividade de Internet da cidade de Campos do Jordão. Fábio Verdi (UFSCAR) respondeu que antes mesmo de submeter a candidatura de Campos do Jordão ele já havia verificado esse ponto e validado com o Eduardo Grisendi da RNP.

 

Dando continuidade a pauta conjunta, Jussara Almeida (UFMG) relatou que houve uma candidatura da UFRJ para a organização do SBRC 2019, mas que no início da semana os proponentes a notificaram da intenção de adiar a candidatura para 2020. Ela relatou ainda que um grupo da UFRGS se dispôs a organizar o SBRC 2019 em Gramado, RS. Ela passou então a palavra a Alberto Schaeffer Filho (UFRGS) e Weverton Cordeiro (UFRGS) para relatar suas intenções de organizar o SBRC 2019. Alberto Schaeffer Filho (UFRGS) explicou que pretendia propor a organização para 2020, mas em conversas com o grupo da UFRJ, ele e Weverton Cordeiro (UFRGS) decidiram pela troca, ficando o grupo da UFRGS como responsável pela organização do SBRC 2019 e o grupo da UFRJ com a intenção registrada para organizar o SBRC em 2020. Alberto Schaeffer Filho (UFRGS) relatou que o grupo da UFRGS possui grande experiência em organização de eventos, já tendo organizado as edições de 2004 e 2010 do SBRC. Ele relatou que os coordenadores gerais serão Alberto Schaeffer Filho (UFRGS) e Weverton Cordeiro (UFRGS). Alberto Scheffer Filho (UFRGS) relatou que Gramado é a opção mais segura, pois a cidade possui boa infraestrutura turística e hospeda o centro de convenções da UFRGS. Weverton Cordeiro (UFRGS) ressaltou as facilidades de deslocamento para Gramado, pois há várias empresas que oferecem o translado do aeroporto de Porto Alegre para Gramado. Ele também relatou as facilidades de locomoção e hospedagem no centro de Gramado. Alberto Schaeffer Filho (UFRGS) relatou que o centro de convenções possui boa infraestrutura e baixo custo por ser vinculado a UFRGS. Os dois agradeceram aos presentes e retornaram a palavra para Jussara Almeida (UFMG). Jussara Almeida (UFMG) colocou em votação a candidatura de Gramado para a organização do SBRC 2019, que foi aprovada por unanimidade.

 

Jussara Almeida (UFMG) passou a palavra para Miguel Campista (UFRJ) e Igor Moraes(UFF) para que eles pudessem registrar nova intenção de interesse para organizar o SBRC 2020. Miguel Campista (UFRJ) agradeceu a Alberto Schaeffer (UFRGS) e Weverton Cordeiro (UFRGS) por terem aceitado organizar o SBRC 2019. Ele relatou que ele e Igor Moraes (UFF) serão os coordenadores gerais do SBRC 2020. Igor Moraes (UFF) relatou que há duas opções para locais de organização: os hotéis Othon em Copacabana e Windsor na Barra da Tijuca. Após discussão, os presentes indicaram preferência por Copacabana pelas facilidades de acesso e maior número de opções de hotel.

 

Dando continuidade a pauta conjunta, Rossana Andrade (UFC) falou sobre o processo de seleção do prêmio destaque do SBRC. Ela relatou que a atribuição do LARC e da CE-RESD é simplesmente fazer o anúncio do ganhador, pois a seleção é feita pelos premiados em anos anteriores. Rossana Andrade (UFC) passou a relatar as dificuldades de manutenção dos sites da CE-RESD e do LARC. Para sanear esse problema, ela relatou que a SBC contratou, com recursos da CE-RESD, um estagiário por seis meses para documentar as atividades do LARC e da CE-RESD. Rossana Andrade (UFC) relatou as participações do LARC e da CE-RESD no conselho de administração da RNP. Ela relatou que este ano houve muito trabalho no conselho por causa da seleção do diretor geral da RNP. Ela ainda informou que o selecionado foi Nelson Simões da Silva, que foi escolhido de uma lista tríplice que continha os nomes de Eduardo Tadao Takahashi, Nelson Simões da Silva e Roberto Pinto Martins. Ela informou que o mandato do diretor geral é de quatro anos, com possibilidade de reconduções. Ela relatou ainda que o estatuto da RNP não impõe limite no número de reconduções, mas que esse ponto deve ser discutido pelo CADM nas próximas reuniões.

 

Dando início aos itens da pauta da CE-RESD, Jussara Almeida (UFMG) relatou a situação financeira da CE-RESD. Ela relatou que houve adiantamentos financeiros para a organização do SBRC 2017, mas que esses adiantamentos serão retornados à CE-RESD tendo em vista que o evento deste ano terá superávit. Jussara Almeida (UFMG) relatou que os recursos da CE-RESD continuam no mesmo patamar do ano passado.Antônio Abelém (UFPA) ressaltou a importância da rápida prestação de contas dos organizadores do SBRC, pois tanto a SBC quanto o CGI.br têm exigido a prestação de contas do ano anterior para liberar recursos para os organizadores da próxima edição.

 

Jussara Almeida (UFMG) relatou que tanto a CE-RESD quanto o LARC foram convidados a indicar avaliadores para os grupos de trabalho da RNP. Ela relatou que os indicados pela CE-RESD foram Alex Borges Vieira (UFJF) para o Comitê de Avaliação de Novos Grupos de Trabalho (CANG) Serviços Avançados e Leobino Sampaio (UFBA) para o CANG Internet Avançada. Otto Duarte (UFRJ) sugeriu a criação de um banco de nomes para indicação para comitês de avaliação. Ele sugeriu ainda que haja divulgação dos projetos selecionados na lista RESD-L. Luiz Henrique M. K. Costa (UFRJ) questionou a formação dos comitês. Iara Machado (RNP) relatou que este ano foram criados dois comitês devido ao elevado número de submissões. Ronaldo Ferreira (UFMS) detalhou a composição do CANG de Serviços Avançados, que foi formado por quatro membros da diretoria da RNP, um representante do LARC, um representante da CE-RESD, o presidente da comissão, que foi o Michael Stanton (RNP), e um relator. Iara Machado (RNP) relatou que a composição do CANG Internet Avançada também teve a mesma distribuição, mas com membros diferentes.Otto Duarte (UFRJ) questionou se houve mudanças na composição dos comitês, pois ele acredita que a composição está desbalanceada em favor da RNP. Michael Stanton (RNP) relatou que a composição dos comitês de seleção de grupos de trabalho é a mesma desde o início do programa de grupos de trabalho.

 

Dando continuidade, Jussara Almeida (UFMG) relatou que a SBC solicitou à CE-RESD a indicação dos veículos de publicação mais importantes para a comunidade. Ela relatou que o tempo dado para essa indicação foi muito curto, o que inviabilizou uma consulta à toda a comunidade. Jussara Almeida (UFMG) relatou que contou com a ajuda de membros do Steering Committee do SBRC para construir uma lista preliminar com 125 periódicos e 175 conferências. Ela relatou que os critérios para formação da lista foram o JCR, H-Index, número de edições e taxas de aceitação. Ela relatou ainda que a lista não foi ranqueada, mas continha todos os indicadores coletados durante a formação da lista. Ronaldo Ferreira (UFMS) questionou quem solicitou a lista e qual a relação com a Capes. Lisandro Granville (UFRGS) relatou que todo ano há uma reunião durante o congresso da SBC entre o Comitê Assessor (CA) da Capes e comunidade da área de computação e sempre há reclamações sobre o Qualis. Lisandro Granville (UFRGS) relatou que o CA sempre diz que quem tem de se manifestar sobre a qualidade dos veículos são as comunidades, mais especificamente as comissões especiais da SBC. Com base nisso, a SBC decidiu criar listas de veículos de publicação que as comunidades consideram relevantes para servir de subsidio para o CA da Capes.

 

Jussara Almeida (UFMG) deu início a discussão do último item da pauta da CE-RESD, que é a eleição da nova composição da coordenação da CE-RESD. Após esclarecimentos e discussões sobre a composição, ficou decidido que a coordenação da CE-RESD será composta pelos coordenadores dos comitês de programa do SBRC do ano da eleição da nova composição e do ano anterior e pelo coordenador da CE-RESD, que pode ser escolhido entre os coordenadores gerais do SBRC do ano da eleição e do ano anterior. Com base nessa composição, a CE-RESD será formada por Antônio Loureiro (UFMG), Marinho Barcellos (UFRGS), Edmundo Madeira (UNICAMP) e Michele Nogueira (UFPR), por terem sido coordenadores dos comitês de programa dos eventos de 2016 e 2017, respectivamente. Para coordenar a CE-RESD, Jussara Almeida (UFMG) indicou Fabíola Greve (UFBA), que foi aprovada por unanimidade.

 

Dando início aos itens da pauta do LARC, Rossana Andrade (UFC) relatou as atividades que são realizadas anualmente pelo LARC, como renovação do domínio, participação nos CANGs da RNP, participação no CADM da RNP. Rossana Andrade (UFC) relatou que os indicados pelo LARC nos CANGs da RNP foram Ronaldo Ferreira (UFMS) para o CANG de Serviços Avançados e Danielo Gomes para o CANG de Internet Avançada. Rossana Andrade (UFC) solicitou aos presentes para que providenciem a atualização dos representantes institucionais no LARC, incluindo os suplentes, por meio de ofícios dos dirigentes máximos das instituições pertencentes ao LARC.

 

Rossana Andrade (UFC) passou a palavra para Lisandro Granville (UFRGS) relatar a eleição do CGI.br. Lisandro Granville (UFRGS) relatou que o CGI.br é dividido em quatro setores, sendo que cada setor possui um conjunto de representantes da seguinte maneira: governo com nove cadeiras, terceiro setor com quatro cadeiras, empresários com quatro cadeiras, academia com três cadeiras e uma cadeira de notório saber. No caso da academia, as associações científicas podem indicar candidatos para concorrer na eleição para as três cadeiras da academia. Na última eleição, a área de computação ficou com apenas uma cadeira com a eleição de José Luiz Ribeiro Filho, representando a RNP. As duas outras cadeiras foram preenchidas com representantes ligados a área de humanas.

 

Rossana Andrade (UFC) deu início a discussão do último item da pauta do LARC, que é a eleição da nova composição da diretoria do LARC. Rossana Andrade (UFC) sugeriu a seguinte composição: Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE), como Diretor do Conselho Técnico-Científico, Rossana Andrade (UFC), como Vice-Diretora do Conselho Técnico-Científico, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS), como Diretor Executivo, e Danielo Gomes (UFC), como Vice-Diretor Executivo, que foi aprovada por unanimidade.

 

Por fim, Rossana Andrade (UFC) agradeceu a presença do LARC e de todos os demais.

 

Não havendo mais nada a tratar, a reunião foi encerrada. E eu, Ronaldo Alves Ferreira (LARC/UFMS), secretário da reunião, lavrei esta ata que vai assinada por mim, por Rossana Andrade (UFC), Diretora do Conselho Técnico Científico do LARC (Gestão 2015-2017) e por Jussara M. Almeida (UFMG), Coordenadora da CE-RESD de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (CE-RESD) da SBC (Gestão 2015-2017), após aprovação.