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Reunião 55 (Vitória, ES, 21/05/2015)

ATA da 55ª reunião do LARC realizada aos vinte e um dias do mês de maio de dois mil e quinze, às 12 horas e trinta minutos na cidade de Vitória, ES, realizada em conjunto com a reunião da CE-RESD da SBC.


Estavam presentes Dorgival Guedes (UFMG – Coordenador da CE-RESD da SBC), Rossana Andrade (UFC – Diretora Técnico Científica do LARC), Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE – Diretor Executivo do LARC), Elias Procópio Duarte Júnior (UFPR – Vice-Diretor Executivo do LARC), Alex Borges Vieira (UFJF), Alfredo Goldman (USP), Allan Edgard Silva Freitas (IFBA), André Castelo Branco Soares (UFPI), Antônio Alfredo Ferreira Loureiro (UFMG), Antônio Augusto de Aragão Rocha (UFF), Antônio Jorge G. Abelém (UFPA), Artur Ziviani (LNCC), Carlos Alberto Vieira Campos (UNIRIO), Christian Esteve Rothenberg (UNICAMP), Cristiano Both (UNISC), Daniel  Fernandes Macedo (UFMG), Denis Lima do Rosário (UFPA), Edmundo de Souza e Silva (UFRJ), Eduardo Coelho Cerqueira (UFPA), Fabíola Greve (UFBA), Fátima Duarte Figueiredo (PUC Minas), Flávio de Oliveira Silva (UFU), Henrique Bodart (UFES), Humberto T. Marques Neto (PUC Minas), Iara Machado (RNP), Igor D. Alvarenga (UFRJ), Igor Monteiro Moraes (UFF), José Augusto Suruagy Monteiro (UFPE), José Ferreira de Rezende (UFRJ), José Marcos Nogueira (UFMG), Juliana Barcellos Mattos (UFES), Jussara M. Almeida (UFMG), Leobino Sampaio (UFBA), Liane Margarida Rockenbach Tarouco (UFRGS), Lisandro Zambenedetti Granville (UFRGS), Luciana Arantes (Paris 6), Luis Carlos Erpen De Bona (UFPR), Luís Henrique Maciel Kosmalski Costa (UFRJ), Luiz Filipe Menezes Vieira (UFMG), Luiz Henrique Andrade Correia (UFLA), Magnos Martinello (UFES), Marcelo Gonçalves Rubinstein (UERJ), Marcos Augusto Menezes Vieira (UFMG), Maria José Pontes (UFES), Marinho Pilla Barcellos (UFRGS), Martín Esteban Andreoni Lopez (COPPE/UFRJ), Michael Stanton (RNP & UFF), Michelle Silva Wangham (UNIVALI), Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ), Moisés R. N. Ribeiro (UFES), Nabor C. Mendonça (UNIFOR), Natália Castro Fernandes (UFF), Noemi Rodrigues (PUC Rio), Otto Carlos Muniz Banderia Duarte (UFRJ), Pedro Frosi Rosa (UFU), Roberta Lima Gomes (UFES), Rodrigo de Souza Couto (UERJ), Sidney C. de Lucena (UNIRIO), Vinícius F. S. Mota (UFMG), William Ferreira Giozza (UnB).

 

PAUTA COMUM

  • Aprovação da ata da reunião de 2014
  • Relato de organização do SBRC 2015
  • Relato sobre a regularização do LARC
  • Organização dos próximos SBRC
  • Publicação no IEEE, Qualis e Internacionalização do SBRC

 

LARC

  • Relato sobre as atividades de 2015
  • Discussão sobre a inclusão de novos membros
  • Informes Gerais

 

CE-RESD/SBC

  • Relato sobre situação financeira da CE-RESD
  • Eleição da nova comissão (gestão 2015-2017)
  • Informes gerais

 

Às 12h30min Dorgival Guedes (UFMG – Coordenador da CE-RESD) e Rossana Andrade (UFC – Diretora do Conselho Técnico Científico do LARC) abriram a reunião informando a pauta comum LARC e CE-RESD.

 

Dorgival Guedes (UFMG) passou a palavra aos organizadores do SBRC 2015, Moisés R. N. Ribeiro (UFES) e Magnos Martinello (UFES).

 

Moisés relatou diversos aspectos da organização do evento como logística, estratégias de divulgação, inscrições, patrocínios e orçamento. Ele iniciou enfatizando que a atual crise econômica do país afetou a organização do evento. Com relação à logística, ele relatou que, apesar da crise, a organização decidiu manter o evento no Centro de Convenções de Vitória por ser o único lugar capaz de suportar o público esperado de 700 a 1.000 participantes e para não comprometer a qualidade do evento. Em seguida, ele relatou sobre a ampla oferta de hotéis para hospedagem, o que gerou um pouco de dificuldade de escolha de hospedagem por parte dos participantes. Ele relatou sobre a dificuldade de se concentrar os participantes no hotel da conferência devido à concorrência com as companhias aéreas e a ocupação gerada pela RNP. Ele relatou sobre a decisão de se manter a oferta de alguns serviços de transfer e de se retirar o serviço de ônibus circular. Ele relatou que houve negociações com restaurantes locais para a oferta de refeições com preços diferenciados, principalmente considerando os estudantes. Ele apresentou justificativa para contratação de agência de eventos e de viagens em função do porte do SBRC. Em relação às estratégias de divulgação, Moisés relatou que houve divulgação através de sítio Internet, listas de e-mail, redes sociais e cartazes. Magnos tomou a palavra informando sobre as várias rodadas de distribuição de cartazes para a divulgação do evento. Moisés retomou a palavra informando que o evento também foi divulgado na mídia televisiva e em jornais locais. Em seguida, ele relatou sobre a importância do envolvimento de alunos voluntários na organização do evento para redução de custos. Em relação às inscrições, Moisés relatou que no momento da reunião havia 515 inscritos pelo site da SBC, mas que a estimativa era de se chegar aos 650 inscritos com a atualização de lista da RNP. Ele relatou que 70% das inscrições vinham de estudantes não associados à SBC e 13% de profissionais. Ele relatou sobre o volume de participantes em função da região do país, estando o Sudeste e o Nordeste em primeiro e segundo lugares, respectivamente. No tocante à parte financeira, Moisés enfatizou a importância do apoio da Google e da Microsoft e informou ter havido equilíbrio entre as receitas e despesas do evento.

 

Em seguida, Moisés relatou sobre a parceria com a Dinâmica Telefônica para a instalação do enlace de 10 Gbps entre o POP-ES e o local do evento. Ele adicionou também que para o equilíbrio das contas foi fundamental retirada de apoio aos apresentadores de artigo e aos membros do TPC bem como a ajuda da CE-RESD na cobertura total dos custos de publicação dos anais do evento na base do IEEE. Dorgival esclareceu que a decisão de retirada do apoio foi do steering comittee e não da CE-RESD. Jorge Acara Júnior (Springer) interveio oferecendo a oportunidade de se publicar os anais do SBRC na Springer a custo zero em próximas edições do evento.

 

Moisés passou às considerações finais, agradecendo ao Frank Siqueira (UFSC) pelo compartilhamento de experiência, à equipe local pelo trabalho, e ao Marinho pela disponibilidade, dicas de gerenciamento e materiais cedidos. Magnos agradeceu a oportunidade dada para a realização do evento.

 

Dando prosseguimento, Dorgival retomou a palavra e a repassou para os coordenadores do Comitê de Programa, Jussara e Christian.  Jussara relatou que houve 252 registros e 189 submissões das quais 186 passaram pelo processo de avaliação, resultando em 58 artigos aceitos para publicação no evento. Em seguida, Jussara relatou sobre a decisão de renovação do Comitê de Programa, esclarecendo que uma das métricas utilizadas para a tomada de decisão foi ter publicação no evento dentro dos últimos 5 anos. Jussara Almeida relatou que em torno de 10 membros saíram do CP. Ela também relatou sobre a inclusão de 15 novos membros que publicavam regularmente no evento, mas que estavam fora do CP. Dando continuidade, Jussara relatou sobre os convites para compor o CP, tendo havido 126 convites dos quais 110 foram aceitos e 94 resultaram em revisores efetivos. Ela relatou que os coordenadores do CP acataram a sugestão dada por Luciano Gaspary (UFRGS) de se colocar explicitamente no convite um critério para a delegação de revisões, sendo adotado o limite de 50% para delegar revisões atribuídas pela coordenação do CP. Jussara relatou que mesmo assim houve membros que delegaram bem mais do que 50% das revisões. Jussara prosseguiu com a apresentação de diversas informações, incluindo a distribuição geográfica autores, datas de registro e submissão, rebuttal, discussões, resolução da zona cinzenta e tópicos mais e menos marcados no registro dos artigos. Em relação à zona cinzenta, Jussara relatou que os artigos foram avaliados por mais 2 pareceristas. Ela informou que ao todo foram 744 revisões, 135 rebuttals e 547 mensagens trocadas entre revisores.  Jussara informou que, em função das notas, 43 artigos tiveram aceitação direta e 114 artigos tiveram rejeição direta.  Ela complementou que havia 29 artigos na zona cinza inicialmente, tendo reduzido esse número para 12 artigos após avaliação dos coordenadores do CP. Em seguida, Jussara agradeceu a todos os membros do CP e apresentou o nome dos revisores de destaque: Daniel Batista (IME/USP) e Miguel Elias (UFRJ). Jussara abriu discussão sobre a queda de submissões ao SBRC em 2015. Dorgival ressaltou a importância do item por estar na pauta da CE-RESD. Jussara iniciou apresentando respostas de colegas da comunidade que foram consultados previamente: processo natural que vem ocorrendo em diversas comunidades nos últimos anos, falta de financiamento para participar do evento, falta de alunos, disponibilização dos artigos na base do IEEE. Marinho ponderou que a queda está dentro da normalidade do que já vinha acontecendo. Otto ressaltou que a publicação na base do IEEE é voluntária. Abelém sugeriu uma melhor divulgação de que a publicação na base do IEEE é voluntária a fim de minimizar o problema. Lisandro sugeriu elaborar um formulário e colher opiniões da comunidade sobre a disponibilização dos artigos do evento na base do IEEE. Nabor Mendonça complementou que a SBS, dentre outras comunidades, também observou recorde negativo de submissões e isso mesmo com o número de cursos de pós-graduação aumentando no país. Otto mencionou que a escolha do local do evento também é um fator importante para o número de submissões. Marinho lembrou que, desde 2004, a edição do SBRC que teve o maior número de submissões foi a de 2004 em Fortaleza enquanto que a edição do SBRC que teve o segundo maior número de submissões ocorreu 2010 em Gramado.

 

Jussara passou a palavra para o Christian. Ele explicou o processo de escolha dos trabalhos destaque do SBRC e critérios para escolha daqueles convidados a submeter versão estendida à JISA ou à Revista Brasileira de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos. Ele informou que todos os membros do CP foram convidados a participar do processo de seleção dos artigos destaque e que 17 membros aceitaram o convite. Dentre os 9 artigos que receberam indicação de Best Paper, 3 foram selecionados como os melhores artigos (1º, 2º e 3º lugares) e os demais receberam menção honrosa. Os autores de cada um dos 9 trabalhos foram convidados a submeter uma versão estendida para revista.  Christian relatou que mais 4 artigos, dentre os 20 melhores colocados no evento, foram selecionados para publicação de versão estendida em revista. Christian apresentou suas considerações finais, admitindo que por melhor que seja o processo, nenhum é perfeito, mas que buscaram resultados consistentes. Christian sugeriu que nas próximas edições do evento os coordenadores do comitê de programa deixem claro o processo ranqueamento dos artigos destaque. Abelém questionou se a apresentação do artigo foi critério de avaliação. Jussara respondeu que não a fim de evitar que a inexperiência de aluno em apresentar trabalho científico influenciasse na escolha. Jussara e Christian agradeceram a todos os membros do CP, Moisés, Magnos,  Luciano Gaspary, Markus Endler, a equipe do JEMS e os autores.

 

Dorgival retomou a palavra dando continuidade à pauta da reunião no tocante à organização dos próximos SBRCs.  Dorgival passou a palavra para Fabíola Greve (UFBA) falar sobre o SBRC 2016 que será realizado em Salvador. Fabíola iniciou apresentando o Comitê de Organização Geral composto por Romildo Martins (UFBA) e Fabíola Greve (UFBA) na coordenação geral do evento, Antônio Loureiro (UFMG) e Marinho Barcellos (UFRGS) na coordenação do Comitê de Programa, Carlos Ferraz (UFPE) na coordenação de Painéis e Debates, Lau Cheuk Lung (UFSC) na coordenação dos Minicursos, Michele Nogueira Lima (UFPR) na coordenação de Workshops e Daniel Macêdo Batista (USP) na coordenação do Salão de Ferramentas. Em seguida, Fabíola apresentou os nomes dos membros do Comitê Consultivo e do Comitê de Organização Local. Fabíola informou que já havia uma Chamada de Trabalhos preliminar e convidou Loureiro e Marinho para apresentá-la. Loureiro tomou a palavra e iniciou agradecendo Fabíola pelo convite e ressaltando a importância do SBRC. Loureiro apresentou os temas para a Chamada, mas ressaltou que eles ainda seriam consolidados nos próximos meses. Loureiro citou a importância de trazer a experiência dos coordenadores de programa de edições anteriores para a edição de 2016. Loureiro mencionou que esperam colaborar com steering comitee e que contam com apoio na divulgação do evento para mudar a derivada de submissões. Otto questionou se iriam manter o rebuttal. Marinho respondeu que a ideia é aproveitar o que vem dando certo e fazer correções pontuações, mas que iriam discutir posteriormente sobre a manutenção do rebuttal. Loureiro ressaltou a importância do steering comitee na tomada de decisões para ter maior respaldo da comunidade. Otto comentou sobre a necessidade de se repensar o cronograma de divulgação dos resultados dado que ele não permite aos participantes de Workshops obterem inscrições com valores reduzidos. Loureiro comentou que uma revolução a ser pensada seria mudar o SBRC para o segundo semestre. Edmundo Souza e Silva (UFRJ) ponderou sobre o assunto e reforçou que não era o momento ideal para essa discussão. Michelle comentou que o CNPq ainda não tinha aberto Edital para o segundo semestre. Dorgival complementou que este era um ano atípico e ponderou que uma mudança dessas precisaria ser bem discutida e com antecedência mínima de 2 anos para a organização do evento poder se programar.  Marinho retomou a palavra e apresentou as datas de registro e submissão de artigos, sendo elas 7 e 14 de dezembro de 2016, respectivamente. Fabíola informou que, a princípio, o evento será realizado de 30 de maio de 2016 a 3 de junho de 2016. Ela justificou a escolha dessas datas em função de diversos fatores como a liberação de recursos tardia do PROAP e a organização de outro evento na UFBA no mês de maio. Em seguida, Fabíola justificou a escolha do Hotel Sheraton da Bahia como local do evento em função do porte do SBRC, dos custos, da qualidade do hotel, da qualidade do coffee break e da viabilização da de enlace de rede de alta velocidade para o evento. Fabíola comentou sobre a preocupação de se cortar custos, podendo não utilizar serviços de agência de eventos. Fabíola abriu para perguntas. Otto solicitou um maior investimento para o financiamento de alunos e jovens professores. Fabíola ponderou que a discussão é importante e que deve ser feita com o steering comitee e a CE-RESD.  Fabíola agradeceu a todos, fazendo votos para que o SBRC 2016 seja excelente.

 

Dorgival retomou a palavra e informou que houve candidatura única da UFPA para a organização do SBRC 2017.  Em seguida, Dorgival passou a palavra aos candidatos à organização do evento, Eduardo Cerqueira (UFPA) e Antônio Jorge Abelém (UFPA), para apresentação da proposta.  Eduardo apresentou a proposta de organização do SBRC 2017 em Belém, falando de aspectos da cidade como particularidades, acessibilidade, infraestrutura e espaço físico do local do evento. Eduardo continuou a apresentação falando sobre possíveis patrocínios, possibilidades de hospedagem (hotéis e diárias), e propostas de datas de realização do evento. Ele informou que a ideia inicial é realizar o evento de 8 a 12 de maio, podendo haver alterações para não coincidir com outros eventos como o IM e o TERENA. Otto complementou que há o Networking. Abelém enfatizou a capacidade da instituição/equipe na organização de eventos citando o SBRC 2007, o LATINCOM 2011, o XXIII Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas, Escolas Regionais, dentre outros. Abelém apresentou possíveis eventos sociais e as atratividades do local. Eduardo e Abelém finalizaram a apresentação da proposta com um vídeo sobre o Pará. Dorgival retomou a palavra e abriu para votação a escolha do organizador do SBRC 2017.  Por unanimidade foi aprovada a organização do evento pela UFPA.

 

Dorgival retomou a palavra para seguir com a pauta e passou a palavra à Rossana para fazer o relato sobre o processo de regularização do LARC. Rossana lembrou que no ano anterior o LARC definiu como atividade prioritária sua regularização. Elias assumiu a palavra e explicou que o LARC está seguindo orientação de assessoria jurídica, a qual indicou dois caminhos possíveis para a regularização. Elias informou que o LARC está seguindo o caminho que passa pelo processo de registro de ata subsequente à primeira, registrando a nova diretoria. Rossana explicou sobre a importância da regularização do LARC e informou que na próxima semana Elias estaria em Brasília e poderia ter novas informações sobre a regularização. Otto interveio perguntando sobre o processo de escolha da diretoria do LARC. Rossana explicou o que consta no estatuto do LARC e que esse estatuto será rediscutido findo o processo de regularização. Rossana, em seguida, entrou na pauta do LARC, falando sobre as demais atividades realizadas pela atual gestão: atualização do sítio do LARC, participação do Diretor Executivo no processo de avaliação de GTs da RNP, renovação do domínio do LARC e reunião presencial em Brasília para tratar da regularização. Otto interveio para obter esclarecimentos sobre as principais participações do LARC. Rossana respondeu que estavam no comitê da JISA, no CGI e na RNP. Em seguida, Rossana passou a palavra para Elias falar sobre os Grandes Desafios. Elias informou que o objetivo é passar os tópicos definidos para as agências de fomento para alinhamento de novos editais com as áreas dos desafios. Elias relatou que o processo de regularização do LARC e outras atividades dos membros da diretoria dificultaram um maior avanço na questão dos Grandes Desafios e convidou os presentes a contribuírem. Rossana retomou a palavra e enfatizou a necessidade de atualizar os membros do LARC e que esse processo se dá através de termo de adesão (disponível em www.larc.org.br) assinado pelo reitor da instituição interessada e contendo a indicação de dois representantes da instituição. Rossana complementou que a adesão está sujeita à aprovação em reunião do Conselho Científico do LARC.

 

Dorgival retomou a palavra e seguiu com a pauta da CE-RESD. Dorgival relatou que a situação financeira da CE-RESD é confortável, mas que poderia se deteriorar de acordo com a necessidade de auxílio financeiro aos próximos SBRCs.  Em seguida, Dorgival relatou sobre os gastos regulares da CE-RESD, mencionando gastos com a Revista Brasileira de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos, participação no IFIP, passagens e diárias para nossos representantes irem ao evento. Dorgival relatou que a CE-RESD precisa pensar em como usar os recursos. Otto sugeriu usá-los para dar prêmios aos alunos com artigos melhores classificados e subsidiar a vinda de alunos e novos professores ao evento.  Artur informou que o LARC, na época em que participou de sua diretoria, financiou a vinda dos alunos autores dos 5 melhores artigos. Edmundo ponderou que há conferências que reservam recursos para auxiliar a participação de alunos no evento, mas que existe a necessidade do aluno fazer a demanda e um comitê avaliá-la. Edmundo enfatizou que essa estratégia dá liberdade para aumentar ou diminuir o número e valor de bolsas dentro do limite dos recursos pré-alocados, evitando gastos com todos os autores. Dorgival simpatizou com a ideia e afirmou que ela deve ser considerada já para o SBRC 2016. Edmundo retomou a palavra e teceu comentários sobre o IFIP. Dorgival retomou a pauta iniciando o processo de eleição da nova coordenação da CE-RESD para a gestão 2015-2017. Ele apresentou a proposta de Jussara M. Almeida (UFMG) como coordenadora e de Moisés R. N. Ribeiro (UFES) e Frank Siqueira (UFSC) como membros da comissão especial. Em seguida, Dorgival abriu a palavra para propostas distintas e comentários. Lisandro relembrou o algoritmo tradicionalmente empregado para indicação dos candidatos à coordenação da CE-RESD:  os coordenadores do SBRC dos dois últimos SBRCs (atual e anterior) são os possíveis candidatos à coordenação da comissão especial; os coordenadores do comitê de programa dos dois últimos SBRCs (atual e anterior) são os membros da comissão. Dorgival ponderou que houve a necessidade de se flexibilizar esse algoritmo por falta de voluntários para assumir a comissão especial. Otto questionou sobre a forma de escolha dos membros da comunidade para os assentos no CGI e na RNP. Lisandro explicou todo o processo e Otto enfatizou a importância da transparência nesse processo e divulgação dos escolhidos ou eleitos em lista de email da comunidade. Em seguida, os presentes elegeram por unanimidade a nova coordenação proposta para a CE-RESD.

 

Dorgival abriu a palavra para os presentes e Edmundo enfatizou a importância de se discutir sobre o voluntarismo dos artigos irem para a base do IEEE e sobre a mudança de data de realização do SBRC.  Otto sugeriu o registro em sítio Internet do histórico de decisões dos Conselhos bem como das negociações e da experiência das organizações do SBRC para facilitar o trabalho das próximas organizações. Otto sugeriu que a RNP deveria empregar todos os recursos para projetos em chamadas públicas. Em seguida, Dorgival conduziu a votação da aprovação da ata da reunião de 2014. Os representantes do LARC e os demais participantes da reunião aprovaram a ata por unanimidade. Por fim, Dorgival agradeceu a presença do LARC e de todos os demais.

 

Não havendo mais nada a tratar, foi encerrada a reunião. E eu, Paulo André da Silva Gonçalves (LARC/UFPE), secretário da reunião, lavrei esta ata que vai assinada por mim, por Rossana Andrade (UFC), Diretora do Conselho Técnico Científico do LARC (Gestão 2015-2016) e por Dorgival Guedes (UFMG), Coordenador da Comissão Especial de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (CE-RESD) da SBC (Gestão 2013-2015), após aprovação.