Home » Reuniões
Reunião 59 (Gramado-RS, 09/05/2019)

 

ATA da 59ª reunião do LARC realizada aos nove dias do mês de maio de dois mil e dezenove, às 12 horas e 30 minutos na cidade de Gramado, RS, em conjunto com a reunião da CE-RESD da SBC.

 

Estiveram presentes Fabíola Greve (UFBA – Coordenadora da CE-RESD da SBC), Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE – Diretor do Conselho Técnico-Científico do LARC), Ronaldo Alves Ferreira (UFMS – Diretor Executivo do LARC), Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS), Aldri Luiz dos Santos (UFPR), Alex Borges Vieira (UFJF), Allan Freitas (IFBA), André Luiz Almeida Marins (RNP), Anelise Munaretto (UTFPR), Antonio Alfredo Ferreira Loureiro (UFMG), Antônio Jorge Gomes Abelém (UFPA), Antonio Marinho Pilla Barcellos (UFRGS), Artur Ziviani (LNCC), Bruno Schulze (LNCC), Carlos Ferraz (UFPE), Daniel Sadoc (UFRJ), Denis Rosário (UFPA), Dorgival Guedes (UFMG), Edmundo Roberto Mauro Madeira (UNICAMP), Eduardo Cerqueira (UFPA), Elias Procópio Duarte Jr. (UFPR), Flávio de Oliveira Silva (UFU), Iara Machado (RNP), Igor Monteiro Moraes (UFF), Ítalo Fernando Scotá Cunha (UFMG), José Augusto Suruagy Monteiro (UFPE), José Marcos Silva Nogueira (UFMG), José Ferreira de Rezende (UFRJ), Juliana de Santi (UTFPR), Keiko Fonseca (UTFPR), Leandro Ciuffo (RNP), Leandro Villas (UNICAMP), Leobino N. Sampaio (UFBA), Lisandro Granville (UFRGS), Lourenço Alves Pereira Júnior (ITA), Luciano Gaspary (UFRGS), Luís H. M. K. Costa (UFRJ), Luiz DeBona (UFPR), Luiz F. Bittencourt (UNICAMP), Luiz Filipe Vieira (UFMG), Luiz H. A. Correia (UFLA), Magnos Martinello (UFES), Marcel William Rocha da Silva (UFRJ), Mauro Fonseca (UTFPR), Moisés Ribeiro (UFES), Marcelo Gonçalves Rubinstein (UERJ), Michael Stanton (RNP), Michele Nogueira (UFPR), Michelle Wangham (UNIVALI), Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ), Nelson Fonseca (Unicamp), Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ), Pedro Frosi (UFU), Rafael L. Gomes (UECE), Raquel Lopes (UFCG), Tiago Ferreto (PUCRS), Weverton Cordeiro (UFRGS), William F. Giozza (UnB).

Ademar Takeo Akabane (Unicamp), Helder May Nunes da Silva Oliveira (Unicamp), Joahannes B. Dias da Costa (Unicamp), Ioram Sette (CESAR), Gabriel Antonio Fontes Rebello (UFRJ), Gustavo Franco Camilo (UFRJ), Leonardo Gomes de Castro e Silva (UFRJ)



PAUTA COMUM CE-RESD e LARC

 

1. Aprovação da 58ª ata (Reunião de 2018)

 

2. Relato sobre a organização do SBRC 2019

Relatores: Organizadores Gerais (Alberto Schaeffer-Filho e Weverton Cordeiro) e TPC Chairs (Antônio Abelém e Fabíola Greve)

 

3. Relato sobre a organização dos próximos SBRCs: 2020 (Rio de Janeiro) e 2021 (Uberlândia)

Relatores: Miguel Campista (UFRJ) e Igor Moraes (UFF), Pedro Frosi Rosa (UFU) e Flávio Silva (UFU)

 

4. Perfil dos Workshops no SBRC

Discussão sobre o perfil dos Workshops do SBRC para balizar escolha para próximas edições

Relatores: Fabíola Greve, Michele Nogueira

 

5. Demanda do CA-CC CAPES para meta-critérios de classificação de conferências/periódicos/artefatos

Relatores: José Augusto Suruagy e Antônio Abelém

 

6. Artigos em português publicados no SBRC e submetidos em inglês para outros veículos

Relator: Luiz Bittencourt

 

7. Participação no Comitê de Avaliação de Novos Grupos de Trabalho (CANG) da RNP, Edital 2019

Relatores: Fabíola Greve (SBC) e Ronaldo Alves Ferreira (LARC)






PAUTA CE-RESD

 

8. Relato sobre situação financeira da CE-RESD e pedido de apoio a estudante no SBRC

9. Representante da SBC no Conselho de Administração da RNP

10. Eleição da nova composição da CE-RESD, biênio 2019-2021

 

PAUTA LARC

 

11. Relato sobre as atividades de junho 2018 a abril 2019

12. Representante do LARC no Conselho de Administração RNP

13. Eleição da nova composição da Diretoria do LARC, biênio 2019-2021

14. O que ocorrer.

 

Às 12h30min, Fabíola Greve (UFBA – Coordenadora da CE-RESD) e Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE – Diretor do Conselho Técnico-Científico do LARC) abriram a reunião informando a pauta comum LARC e CE-RESD. Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) informou que às 15h o professor Avelino Zorzo (PUCRS) iria se conectar via Skype para fazer um relato sobre o novo Qualis, apresentou a lista de presença e a ata da reunião de 2018.

 

Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) passou a palavra para os organizadores do SBRC 2019, Alberto Schaeffer-Filho (UFRGS) e Weverton Cordeiro (UFRGS). Após agradecimentos à equipe de organização local, Alberto destacou as novidades 2019 como as reuniões de mentoria, o evento Musas, o workshop LANCOMM e gamificação, todos com a colaboração dos pesquisadores membros da comunidade. A partir das ótimas avaliações pelos participantes, Weverton sugeriu continuidade destes eventos nas próximas edições do SBRC. Alberto destacou a utilidade da gamificação na perspectiva de coleta e processamento de dados para elaborar, por exemplo, uma espécie de heat map do SBRC mostrando as sessões e eventos mais populares para entender melhor o que dá certo e o que não dá tão certo no SBRC. Alberto e Weverton enfatizaram que houve uma maior e melhor interação dos convidados keynotes com os alunos. Alberto destacou a qualidade dos trabalhos do CTD (Concurso de Teses e Dissertações) o qual recebeu 26 submissões (9 de mestrado e 17 de doutorado). Segundo Weverton, a manutenção da gratuidade das inscrições nos workshops foi uma decisão acertada. Alberto informou que houve 782 inscritos no ECOS e 260 ingressos vendidos para o jantar do evento. Alberto informou que a receita total do SBRC 2019 foi suficiente para cobrir as despesas e previu que haverá um saldo positivo no final do evento. Ele destacou os patrocínios privados da SAP e SIGCOMM.

Dando continuidade, Fabíola Greve (UFBA) agradeceu vivamente aos organizadores do SBRC 2019, parabenizando todos os envolvidos,  e convidou Antônio Abelém (UFPA) para, juntos, relatarem sobre a coordenação do comitê de programa. Antônio Abelém (UFPA) iniciou sua fala agradecendo aos coordenadores gerais do SBRC, aos revisores e aos autores dos artigos submetidos. Em seguida, Abelém falou sobre o calendário de submissão e revisão do evento com as respectivas extensões nos prazos. Fabíola relembrou da importância da etapa do bid e do cumprimento dos prazos. Abelém falou sobre a composição do comitê de programa que este ano contou com 121 membros (sem contar com ele e Fabíola) e foi constituído após consulta aos coordenadores dos anos anteriores. Fabíola destacou que este é um número justificável para o bom  cumprimento das revisões de qualidade e no prazo. A seguir, Abelém informou que houve 309 artigos registrados, 228 submetidos e 80 aceitos (ao final, os autores de um dos artigos aceitos solicitou retirada, totalizando 79 artigos aceitos). Em seguida, Abelém mostrou um gráfico com a popularidade dos tópicos em relação aos artigos submetidos, com destaque para Internet das Coisas e Sistemas Ciberfísicos, Redes Móveis, Desempenho, Escalabilidade e Confiabilidade, Segurança em Redes e Sistemas Distribuídos, Redes de Sensores, Simulação e Emulação de Redes, Cidades Inteligentes.  Abelém também informou alguns tópicos menos populares tais como Redes Ópticas, Redes e Aplicações de TV Digital e Interativa, Redes de Rádios Cognitivos, Blockchain, Armazenamento e Livro-Razão Distribuído, Especificação, Validação e Verificação de Protocolos, etc. Na sequência, Abelém informou que o processo de atribuição de artigos foi baseado no bid e tópicos de interesse, com 4 revisores por artigo, totalizando 873 revisões - destas, 760 foram realizadas por membros do TPC, 113 delegadas para revisores ad hoc. Fabíola retomou a palavra, recomendando fortemente que se retire a opção “borderline", com 4 níveis de recomendação por artigo, e que sejam mantidas as 4 revisões por artigo no sentido de melhorar a qualidade das revisões e minimizar os impasses das "zonas cinza". Daniel Sadoc (UFRJ) sugeriu que fosse restabelecido o prêmio para os melhores revisores. Abelém falou sobre o ponto de corte e que e as revisões dos artigos dos coordenadores do comitê de programa foram feitas via contas anônimas do JEMS. Ele relatou que a trilha principal contou com 23 sessões técnicas, algumas com 3 outras com 4 artigos, com 30 minutos para cada artigo. Em seguida, sobre a escolha dos melhores artigos, Abelém disse que foram convidados 3 membros do TPC para compor o comitê de avaliação para julgar entre os cinco artigos mais bem classificados nas revisões. Fabíola e Abelém sugeriram que na próxima edição do SBRC seja anunciado na abertura do evento quais artigos estarão concorrendo ao prêmio de melhor artigo. Na sequência, foram anunciados os 5 melhores artigos de 2019, em ordem alfabética: Descobrindo perfis de trafego de usuários: uma abordagem não supervisionada, autores: Ananda Streit (UFRJ), Rosa Leão (UFRJ), Edmundo de Souza e Silva (UFRJ), Daniel Menasche (UFRJ); Escalonamento justo em infraestruturas de nuvem com múltiplas classes de serviço, autores: Giovanni Silva (UFCG), Raquel Lopes (UFCG), Francisco Brasileiro (UFCG) Marcus Carvalho (UFPB), Fabio Morais (UFPB), João Mafra (UFCG), Daniel Turull (Ericsson Research); Novo Algoritmo para Provisão de Banda de Guarda Adaptativa em Redes Ópticas Elásticas, autores: Neclyeux Monteiro (UFPI), André Soares (UFPI), Alexandre Fontinele (UFPE), Iallen Santos (UFPE), Divanilson Campelo (UFPE), Antonio Oliveira (UFPI); QD4G: QoE para Vídeo em Redes D2D/4G com Aprendizado de Máquina, autores: Marcos Carvalho (UFMG), Erik Silva (UFMG), Vinicius Silva (UFMG), Daniel Fernandes Macedo (UFMG); TEMMUS: A Mobility Predictor based on Temporal Markov Model with User Similarity, autores: Felipe Araújo (UFPA), Denis Rosário (UFPA), Kassio Machado (UFMG), Eduardo Cerqueira (UFPA), Leandro Villas (UNICAMP). Marinho Barcellos (UFRGS) sugeriu que na próxima edição do SBRC os melhores artigos fossem alocados na 1a sessão técnica na terça-feira pela manhã. Artur Ziviani (LNCC) sugeriu que a exemplo de outros eventos, já fosse divulgada na programação os artigos mais bem avaliados. Abelém ressaltou a dificuldade em se detectar conflitos de interesse no JEMS. Carlos Ferraz (UFPE) sugeriu a adoção de revisão duplamente cega (double blind). Na sequência, cerca de 2/3 da plateia  manifestou-se favorável à abertura de uma enquete sobre a adoção de double blind review para o SBRC 2020. Alex Vieira (UFJF) perguntou se houve reclamações sobre as revisões realizadas e se há algum canal para este fim; Fabíola respondeu que houve somente um único caso. Lisandro Granville (UFRGS) informou que o JEMS tem uma função pela qual autores podem fazer uma avaliação sobre o revisor.

Dando continuidade à reunião, Fabíola passou a palavra para Miguel Campista (UFRJ) e Igor Moraes (UFF), organizadores do SBRC 2020 na cidade do Rio de Janeiro. Igor apresentou a identidade visual do SBRC 2020,  informando que o evento será realizado de 25 a 29 de maio 2020 no Hotel Windsor Barra - a escolha deste hotel foi por causa da margem de negociação de preço, capacidade para abrigar o evento e localização na praia além de que o entorno apresenta várias opções de hotéis e restaurantes. Igor apresentou os membros do comitê organizador, a saber coordenadores gerais: Igor Moraes (UFF) e Miguel Campista (UFRJ); coordenadores do comitê de programa: Anelise Munaretto (UTFPR) e Marcelo Rubinstein (UERJ); coordenador de workshops: Célio Albuquerque (UFF); coordenador de palestras, tutoriais e mentoria: Marcelo Amorim (CNRS); coordenadora de painéis: Jussara Almeida (UFMG); coordenador de minicursos: Danielo Gomes (UFC); coordenador do salão de ferramentas: Rodrigo Couto (UFRJ); coordenador do concurso de teses e dissertações: Ronaldo Ferreira (UFMS); coordenadores do hackathon: Alex Vieira (UFJF) e Michelle Wangham (Univali); e coordenadores locais: Dianne Medeiros (UFF), Diogo Mattos (UFF), Diego Passos (UFF) e Marcel Silva (UFRRJ). Igor informou ainda que o registro e a submissão estão previstos para o dia 6/12/2019. Ao final, Igor passou informações dos custos atuais com o hotel, totalizando aproximadamente R$ 200.000,00.

Dando continuidade à pauta conjunta, Pedro Frosi (UFU) e Flávio Silva (UFU) apresentaram a candidatura de Uberlândia-MG como cidade organizadora do SBRC 2021. Eles destacaram vários aspectos socioeconômicos, arquitetônicos e geográficos positivos de Uberlândia, destacaram sua facilidade de transporte aéreo, baixo custo e ampla disponibilidade de hospedagem. Flávio Silva informou um histórico de eventos de Computação sediados em Uberlândia tais como o CSBC (1989), o SBBD (2005), o BRACIS (2017) e Green, Pervasive and Cloud Computing (GPC 2019). Ele informou ainda que existe uma  boa perspectiva de patrocínios privados. Após a apresentação, os presentes aprovaram a candidatura por unanimidade. Fabíola retomou a palavra parabenizando os organizadores do SBRC 2020 e 2021 e relembrando a candidatura de Fortaleza para a edição de 2022, cujos organizadores serão Rafael Lopes (UECE) e Rossana Andrade (UFC).

Dando continuidade à pauta, Fabíola deu início à discussão sobre o perfil desejado de workshops do SBRC.  Ela relata que a aceitação de alguns workshops vem sendo foco de debate; citou o exemplo do WTF, proveniente da CE-TF, cuja comunidade acredita que o SBRC é o fórum adequado para o WTF, mas que vem sistematicamente sendo aceito com pontuação muito baixa pela Comissão de Seleção dos Workshops. Fabíola passou a palavra para Michele Nogueira (UFPR), que abordou um outro exemplo, do Workshop de Segurança Cibernética em Dispositivos Conectados (WSCDC 2019), que causou surpresa na comunidade devido a condição de forte sobreposição de tópicos com o SBSeg. Ela destacou que o objetivo da discussão é ter uma guideline de escolhas para os próximos coordenadores de workshops do SBRC. Marinho colocou que um perfil desejado dos workshops seria o de novos temas em vez de reeditar os mesmos workshops. Ele sugeriu que um dado workshop poderia por exemplo ser repetido no máximo 2 ou 3 vezes. Já para Elias Duarte (UFPR), o WTF tem uma tradição de 20 anos, representa uma CE e jamais vai ter tamanho suficiente para ser um evento nacional; além disso, abriga anualmente a reunião da CE-TF, pois sua comunidade é muito pequena; ele enfatizou que essa comunidade pede ao SBRC para manter o WTF como workshop do evento. Eduardo Cerqueira (UFPA) sugeriu que fosse considerado o Qualis do workshop na escolha, ao que Michelle Nogueira respondeu que se o objetivo é ter workshops com temáticas inovadoras e emergentes é normal que esses workshops não tenham Qualis. Lisandro Granville (UFRGS) colocou que não se trata de somente aceitar ou não internamente um workshop, mas também de respeitar o que as outras CEs pensam à respeito. Leandro Villas (Unicamp) falou do sucesso do CoUrb, mas disse ter dúvidas se esse workshop manteria o sucesso se saísse do SBRC. Fabíola concluiu sugerindo que a CE-RESD juntamente com os próximos organizadores: Igor Moraes (UFF), Miguel Campista (UFRJ) e Célio Albuquerque (UFF) discutam com demais CEs e balizem critérios de seleção para os próximos workshops.

Avelino Zorzo (PUCRS) entrou em videoconferência para fazer um relato sobre o Qualis-CC. Ele informou inicialmente que a classificação será dada por uma área mãe com base em 3 indicadores internacionais: CiteScore (Scopus), fator de impacto (JCR) e índice h5 (Google Scholar). Ele também destacou a importância das CEs apontarem quais eventos e periódicos são mais relevantes. Avelino informou que o novo Qualis terá 8 níveis: A1, A2, A3, A4, B1, B2, B3, B4. Os classificados nos 4 níveis “A” são aqueles com percentis acima de 50% e nos 4 “B” com percentis abaixo de 50%. O intervalo entre cada percentil é igual a 12,5%. Avelino informou que aplicou este novo modelo em 4407 artigos da comunidade de Computação publicados em periódicos e o resultado foi que 58% dos periódicos estarão na faixa dos estratos restritos “A”.

Dando continuidade à pauta comum, passou-se ao ponto de artigos em português publicados no SBRC e submetidos em inglês para outros veículos. Fabíola passou a palavra a Luiz Bittencourt (Unicamp), co-chair do TPC de 2018, o qual ficou incubido de passar os informes do levantamento realizado por Fábio Verdi (UFSCAR) e Rossana Andrade (UFC). Luiz informou que segundo levantamento no contrato de direitos autorais da SBC, os direitos autorais do artigo ficam com os autores, o que indica que eles poderiam em tese publicar esse artigo em inglês sem nenhum problema. Luiz informou ainda que  Fábio Verdi fez uma consulta à IEEE e o vice-presidente da ComSoc respondeu que, dado o escopo regional do evento, não haveria problemas em aceitar a submissão, desde que fosse informado que se trata de uma versão traduzida de um artigo em português publicado. Luiz colocou como um possível encaminhamento que cada autor interessado observe as políticas de cada editora, sem a necessidade de consultar a SBC pra isso. Esse encaminhamento foi acatado por unanimidade.

Na sequência, Fabíola e Ronaldo Ferreira (LARC) fizeram um breve relato sobre a participação no Comitê de Avaliação de Novos Grupos de Trabalho (CANG) da RNP, Edital 2019. Das 66 propostas submetidas, 28 foram de TICs aplicadas na Educação, 18 de Infraestruturas e Aplicações para Campi Inteligentes, 9 de TICs aplicadas na Saúde, 5 em cibersegurança, 4 em monitoramento de redes e 2 em gestão de identidade, com boa distribuição das propostas entre as regiões NE, SE e Sul, com alguma participação das regiões Centro-Oeste, Norte, e EUA. Metade dos projetos tinha participação de startups e ao final houve 8 selecionados.

Fabíola informou que a CE-RESD está com saldo de cerca de R$ 300.000,00 e sugeriu que os novos representantes da CE-RESD utilizassem verba desse saldo para apoio à estudantes no SBRC. Carlos Ferraz (UFPE) disse que esta é uma boa prática que vem sendo adotada no Webmedia. A CE ficou de formatar uma proposta, a partir desta sugestão.

Dando continuidade à pauta, sobre o representante da SBC no Conselho de Administração (CADM) da RNP, Fabíola Greve informa que recebeu pedido formal do diretor da RNP, Sr. Nelson Simões, para que os mandatos dos conselheiros da SBC e LARC sejam de 4 anos, no lugar de 2 anos. Algumas razões foram dadas para o pedido, dentre elas, o nível de maturidade e experiência dos conselheiros nos assuntos da RNP para uma melhor atuação e contribuição junto à comunidade. Fabíola então propôs um algoritmo de forma que o mandato do representante da SBC fosse de 3 anos. Iara Machado (RNP) reforçou a importância dessa participação e da maturidade do conselheiro. Carlos Ferraz  (UFPE) sugeriu que se adotasse o mandato de 4 anos, dada a importância da maturidade nas importantes decisões do CADM. Ronaldo Ferreira (LARC) destacou a vantagem do mandato de 3 anos sincronizados com o representante do LARC no CADM, permitindo que a memória fosse preservada. Ao final, Fabíola sugeriu manter a proposta dos 3 anos para o representante da SBC e voltar a discutir na próxima reunião em 2020. A proposta foi então acatada pelos presentes.

 

Na sequência, sobre a nova composição da CE-RESD, Fabíola Greve relembrou o algoritmo da indicação da nova composição (proposto no SBRC 2016), e sugeriu que Alberto Schaeffer-Filho (UFRGS) assumisse a coordenação da CE-RESD para o biênio 2019-2021. Sugestão aceita por unanimidade.

 

Passando à pauta do LARC, Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) relatou as atividades que foram realizadas no último ano pelo LARC, como a atualização dos representantes institucionais. Ele lembrou que cada instituição deve enviar ao diretor executivo do LARC uma carta do reitor informando quem são seus representantes titular e suplente pelo período de 2 anos. Paulo informou também que os procedimentos do LARC estão sendo documentados no manual do LARC. Sobre o representante do LARC no Conselho de Administração RNP, o nome sugerido foi o de Paulo Gonçalves, com mandato de 01/06/2019 a 31/05/2021 e mandatos de três anos para os representantes vindouros. Esta decisão foi tomada para alinhar os mandatos dos representantes no CADM aos seus respectivos mandatos na diretoria do LARC.

 

Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) deu início à discussão do último item da pauta do LARC, que foi a eleição da nova composição da diretoria do LARC para o biênio 2019-2021. Ele sugeriu a seguinte composição: Ronaldo Alves Ferreira (LARC/UFMS) como Diretor do Conselho Técnico-Científico; Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) como Vice-Diretor do Conselho Técnico-Científico; Danielo G. Gomes (UFC) como Diretor Executivo e Miguel Campista (UFRJ) como Vice-Diretor Executivo, a qual foi aprovada por unanimidade.

 

Na sequência, Ronaldo Alves Ferreira (LARC/UFMS) lembrou que este ano acontecerá a escolha dos novos representantes para o CGi.br; ele relembrou que a academia conta com três cadeiras e que as associações científicas podem indicar candidatos para concorrer na eleição para as três cadeiras da academia. Lembrou ainda que na última eleição, a área de Computação ficou com apenas uma cadeira com a eleição de José Luiz Ribeiro Filho (RNP). As duas outras cadeiras foram preenchidas com representantes ligados a área de humanas.

 

Por fim, Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) agradeceu a presença de todos.

 

Não havendo mais nada a tratar, a reunião foi encerrada. E eu, Ronaldo Alves Ferreira (LARC/UFMS), secretário da reunião, lavrei esta ata que vai assinada por mim, por Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE), Vice-Diretor do Conselho Técnico Científico do LARC (Gestão 2019-2021) e por Fabíola Greve (UFBA), Coordenadora da CE-RESD de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (CE-RESD) da SBC (Gestão 2017-2019), após aprovação.