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Reunião 60 (Online, 09/12/2020)

 

ATA da 60ª reunião do LARC realizada aos dez dias do mês de dezembro de dois mil e vinte, às 14 horas e 35 minutos, online, em conjunto com a reunião da CE-RESD da SBC.

 

Estiveram presentes Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS – Coordenador da CE-RESD da SBC), Danielo G. Gomes (UFC – Diretor Executivo do LARC), Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ - Vice-diretor Executivo do LARC), Ronaldo Alves Ferreira (UFMS – Diretor do Conselho Técnico-Científico do LARC), Allan Edgard Silva Freitas (IFBA), Anelise Munaretto (UTFPR), Augusto Venâncio Neto (UFRN), Carlos Alberto Vieira Campos (UNIRIO), Denis Rosário (UFPA), Dianne Scherly Varela de Medeiros (UFF), Diogo Menezes Ferrazani Mattos (UFF), Divanilson Rodrigo de Sousa Campelo (UFPE), Dorgival Guedes (UFMG), Eduardo Cerqueira (UFPA), Emanuel Coutinho (UFC), Fábio Luciano Verdi (UFSCar), Fabíola Greve (UFBA), Flávio de Oliveira Silva (UFU), Francisco Vilar Brasileiro (UFCG), Geraldo Pereira Rocha Filho (UnB), Gustavo Bittencourt Figueiredo (UFBA), Iara Machado (RNP), Igor Monteiro Moraes (UFF), Jéferson Campos Nobre (UFRGS), José Augusto Suruagy Monteiro (UFPE), Lisandro Zambenedetti Granville (RNP / UFRGS), Lourenço Alves Pereira Júnior (ITA), Luciano Paschoal Gaspary (INF-UFRGS), Luís Henrique Maciel Kosmalski Costa (UFRJ), Marcelo Gonçalves Rubinstein (UERJ), Mauro Sergio Fonseca (UTFPR), Michael Stanton (RNP), Michele Nogueira Lima (UFPR/UFMG), Pedro Frosi Rosa (UFU), Priscila Solis (UnB), Rafael Lopes Gomes (UECE), Rodolfo Meneguette (USP), Rodrigo de Souza (UFRJ), Sidney Cunha de Lucena (UNIRIO), Weverton Luis da Costa Cordeiro (UFRGS), William Ferreira Giozza (UnB)


PAUTA COMUM CE-RESD e LARC

1. Aprovação da 59ª ata (Reunião de 2019)


2. Relato sobre a organização do SBRC 2020 Relatores: Organizadores Gerais (Miguel Campista e Igor Moraes) e TPC Chairs (Marcelo Rubinstein e Anelise Fonseca)

 

3. Relato sobre a organização dos próximos SBRCs: 2021 (Uberlândia) e 2022 (Fortaleza)

Relatores: Pedro Frosi Rosa (UFU) e Flávio Silva (UFU), Rossana Andrade (UFC) e Rafael Gomes (UECE)


4. Demanda do CA-CC CAPES para as CEs em relação ao Qualis eventos Relator: Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS)


5. Participação no Comitê de Avaliação de Novos Grupos de Trabalho (CANG) da RNP, Edital 2020

Relatores: Miguel Campista (UFRJ), pelo LARC e Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS), pela SBC


6. Representante do LARC e da SBC no Conselho de Administração RNP (CADM)

Relatores: Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) e Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS)

 

PAUTA CE-RESD

7. Relato sobre situação financeira da CE-RESD

 

 

PAUTA LARC

8. Relato sobre as atividades de junho 2019 a novembro 2020

 

Às 14h35min, Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS – Coordenador da CE-RESD) e Ronaldo Alves Ferreira (UFMS – Diretor do Conselho Técnico-Científico do LARC) abriram a reunião. Logo no primeiro item da pauta comum LARC e CE-RESD, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) informou que este deveria ser renomeado para “Apresentação da 59ª ata (Reunião de 2019)”, tendo em vista a mudança na diretoria do LARC em 2019 e a necessidade do registro da ata ter sido realizado o mais breve possível. A urgência foi consequência do número de assinaturas necessárias para registro em cartório e o fato da participação na eleição do CGI.br, que se aproximava, ser condicionada à existência da ata devidamente registrada. Ronaldo ressaltou, porém, que de qualquer forma, a ata estaria disponível no site do LARC e que, caso houvesse alguma modificação, estas poderiam constar na 60ª ata (Reunião de 2020), retificando a 59ª ata (Reunião de 2019). Após a ressalva, Ronaldo informou que na pauta do LARC seria necessário inserir o pedido de filiação do ITA ao LARC. Este pedido foi recebido pela diretoria do LARC no dia anterior ao da reunião e, como a pauta da reunião já havia sido divulgada, julgou-se por bem inseri-lo durante a própria reunião conjunta. Ronaldo colocou a inserção do ponto extra-pauta em regime de votação, que foi aprovada por unanimidade. Em seguida, Ronaldo deu prosseguimento à pauta comum LARC e CE-RESD.


Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) passou a palavra para os organizadores do SBRC 2020, Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) e Igor Monteiro Moraes (UFF). Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) abriu o seu relato observando que o SBRC de 2020 foi o primeiro organizado de forma online e, através da apresentação de imagens coletadas da plataforma, destacou o bom andamento do evento até então. Miguel informou que estavam sendo coletadas imagens relativas aos dias do evento e que essas imagens seriam divulgadas na plataforma online do evento. Ainda, ele informou que os vídeos das sessões seriam também divulgados posteriormente. Miguel destacou as dificuldades enfrentadas em 2020 e, como forma de ajuda aos próximos organizadores do SBRC, em particular o próximo que poderia ser online, apresentou uma linha do tempo contendo os principais desafios enfrentados. Ele marcou o início da organização como sendo o dia seguinte ao último dia do SBRC 2019, dia 11 de maio de 2019. Em seguida, relatou o atraso no lançamento do edital do CNPq e que, além deste, outros editais estavam saindo igualmente com atraso em relação aos do ano anterior. Esses atrasos indicavam mudanças que permitiram antever dificuldades financeiras para a organização. Apesar dos atrasos, os editais foram lançados. O primeiro edital com proposta submetida foi o do CNPq, em seguida o da CAPES, o da FAPERJ e o do CGI.br/NIC.br. Portanto, Miguel informou que até o lockdown, decretado no dia 16 de março de 2020, foram submetidos projetos para todos os patrocinadores ditos mais tradicionais do SBRC 2020.


Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) relatou ainda que o lockdown surpreendeu a organização, que a princípio não soube qual seria a melhor reação. Pensou-se inicialmente que o evento presencial poderia ser mantido em maio, mas que o agravamento e as expectativas e previsões de término da crise indicaram que o evento deveria ser adiado. Dessa forma, ao final de março, decidiu-se por adiar o SBRC 2020, até mesmo para atender o prazo de mudança de data definido pelo hotel. O novo período, levando em conta as previsões de melhora da pandemia e a disponibilidade do hotel, ficou definido para 7 a 10 de dezembro de 2020. Miguel informou que essa decisão foi discutida pela organização geral e, posteriormente, com o comitê consultivo do SBRC, com a Comissão Especial de Redes e com o LARC, nessa ordem. O objetivo sempre foi tomar decisões baseadas em consultas aos membros das comissões envolvidas para que nada fosse decidido apenas pela organização geral do evento. Igor Monteiro Moraes (UFF) lembrou que a organização participou de uma reunião com a diretoria da SBC, cujo assunto foi o adiamento do evento. Após a intervenção de Igor, Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) enfatizou o suporte da RNP, que sempre apoiou as decisões tomadas pela organização geral do SBRC. Ainda sobre as datas, Miguel destacou que uma das novidades da edição do SBRC 2020 foi a diminuição de um dia de evento, inicialmente por precaução, pois manter o tamanho do SBRC não seria realista, dadas as condições existentes naquele momento de pandemia. Miguel ainda informou que, a partir do adiamento, todos os pedidos de patrocínio precisaram ser atualizados e novamente submetidos aos órgãos de fomento.


Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) lembrou que na referida reunião com a diretoria da SBC, a SBC colocou a necessidade de um plano de contingência que definiria uma data para definir se o evento seria realmente presencial ou não. Essa seria de quatro meses antes da data do evento e, portanto, no início de agosto. No início do mês de Agosto, a exemplo de outros eventos e após realizar as mesmas consultas relativas ao adiamento, decidiu-se por tornar o evento online. Essa decisão novamente exigiu que os projetos enviados para o CNPq, CAPES, FAPERJ e CGI.br/NIC.br fossem novamente atualizados e reenviados. Todas as agências de fomento aprovaram as alterações, mas solicitaram readequações orçamentárias que resultaram, na maioria dos casos, em redução dos valores solicitados. O único que não fez corte orçamentário em função do adiamento e da mudança de modalidade para online foi o CNPq, que já havia feito corte em relação ao aprovado no edital do ano anterior. Igor ressaltou que as readequações não foram submetidas a novos editais, mas aos mesmos que a organização havia submetido inicialmente, que exigiram os mesmos procedimentos da submissão original. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) questionou se o mesmo procedimento ocorreu no CGI.br/NIC.br, que prontamente foi respondido por Igor Monteiro Moraes (UFF), dizendo que, no caso do CGI.br/NIC.br, foram três submissões. Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) registrou que o CGI.br/NIC.br patrocina até 40% do orçamento do evento e que isso está descrito em documento do próprio CGI.br/NIC.br. Dessa forma, como a passagem do evento de presencial para online resultou na remoção de despesas do evento, foi necessária a readequação orçamentária da proposta ao CGI.br/NIC.br. Michele Nogueira Lima (UFPR/UFMG) perguntou se os 40% são uma regra, o que foi confirmado por Igor Monteiro Moraes (UFF), algo que a própria SBC acreditava ser 33%. Miguel retomou a fala dizendo que a regra dos 40% é recente e foi formalizada em ata de uma das reuniões do CGI.br/NIC.br.


Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) listou os desafios para a realização do evento online. O primeiro, já mencionado, foram os cortes de financiamento e a solicitação de readequação orçamentária das agências de fomento, que aprovaram valores menores que os solicitados. Miguel ressaltou que os primeiros valores aprovados já haviam sido menores que os de 2019, que por sua vez foram menores que os de 2018, o que, na opinião dele, caracterizava uma redução do aporte financeiro por parte das agências de fomento. As reduções orçamentárias se somariam às reduções por conta da pandemia e pelo fato de o evento ser online. Miguel ainda relatou que, apesar dos esforços da coordenação geral, dentre as poucas empresas que haviam firmado interesse em patrocínio, parte desistiu e parte confirmou, como foi o caso da Google e da Globo/Globo.com. Ele continuou mencionando que, além do desafio relativo ao aspecto financeiro, o segundo desafio listado, talvez por ser a primeira edição online, foi o excesso de formulários e interações com os participantes. Miguel comentou que o excesso de formulários deveria ser fruto da necessidade do envio antecipado do material referente às apresentações e de todas as informações dos participantes. Miguel sugeriu a criação de formulários ou apenas um formulário mais completo como forma de tornar a interação mais ágil. Em particular, Miguel alertou que o envio de vídeos e slides, e login e senha causaram problemas ao evento online, apesar de terem sido solucionados, já que mal-entendidos entre autores e a empresa prestadora de serviços, a Underline, aconteceram. Miguel continuou sua fala destacando a dinâmica de participação como sendo o terceiro desafio enfrentado, já que como consequência de o evento ser online, as pessoas não se dedicavam integralmente ao evento por não estarem presentes. O resultado seria o surgimento de dificuldades para tarefas relativas ao evento, que normalmente seriam realizadas no evento presencial, como seria o caso da coordenação de sessões técnicas, o que causaria problemas para a organização. Miguel completou ainda que, como consequência do terceiro desafio, em que nem todos se dedicavam integralmente ao evento, alguns participantes argumentaram que não deveriam pagar a inscrição. Esse problema foi relatado como desagradável, pois algumas pessoas encontraram formas de burlar o sistema sem estarem inscritos. Miguel ressaltou que o evento é online, mas não é gratuito, e que a conduta a ser adotada deve ser repensada. Igor Monteiro Moraes (UFF) reforçou que o desapontamento foi grande com esse tipo de conduta, realizada inclusive por membros da comunidade, e que isso gerou conversas entre a organização geral e a CE-RESD. Igor destacou que o controle de acesso havia sido discutido com a Underline previamente, mas que a mesma não cumpriu plenamente o que havia sido acordado. Apesar do controle de acesso ter sido falho, isto não justificaria a conduta daqueles que participaram do evento sem ter feito inscrição. Otto Carlos M. B. Duarte (UFRJ) perguntou se tinha inscrição de um dia. Igor disse que foi algo pensado pela organização, mas que não foi concretizado. Igor continuou dizendo que é algo a se pensar, inclusive em relação aos valores de inscrição nesse caso, e completou conjecturando que os casos de participantes sem inscrição não teriam sido poucos, e que um indício disso teria sido o número de novas inscrições, que após o início do evento não teria chegado a dez.


Miguel Elias Mitre Campista retomou a apresentação relatando que o SBRC 2020 manteve as atividades do ano anterior, com exceção do LANCOMM. O LANCOMM foi cancelado em 2020 porque o objetivo era trazer alunos da América Latina para o evento, o que não se justificava em um evento online. Miguel continuou dizendo que a maioria dos workshops foi mantida em relação ao ano anterior e que estes deveriam ser repensados também por problemas de adesão. Como há a possibilidade de conduzir eventos virtuais, dever-se-ia refletir se a condução de workshops em conjunto com o SBRC seria válida, tendo em vista as dificuldades que alguns workshops apresentaram para completar a própria grade de programação. Igor Monteiro Moraes (UFF) observou que em 2020 alguns workshops submeteram ou foram recomendados para metade de um dia de programação, o que foi uma novidade do SBRC 2020. Miguel retomou a palavra sugerindo que a própria CE-RESD poderia refletir sobre formas de estímulo aos workshops ou que deixasse de promover workshops que não demonstrassem apelo em termos de artigos submetidos e participantes. Miguel afirmou defender a redução do número de workshops, inclusive como forma de redução do tamanho do evento, que teria consequência nos aspectos financeiros. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) lembrou que na mesma reunião de 2019, este tema foi abordado e que uma possível solução seria acrescentar um limite já na chamada de workshops que mencionasse o número máximo de aceites. Ronaldo acrescentou que a ideia comum em workshops é a discussão de temas novos e reforçou que a chamada deve ser mantida, mas com limite rígido no número de aceitações dependendo da capacidade de cada evento. Miguel complementou que em 2020, houve alteração na organização dos workshops, que foi a adoção de workshops de meio dia, conforme sugestão recebida na reunião conjunta anterior. A realização de workshops de meio dia tem por objetivo a redução de custos através do uso mais eficiente dos espaços. Miguel ainda relatou as novidades do ano, que foram a redução de um dia na programação e a criação da sessão técnica relativa aos melhores artigos, como comentado na reunião anterior. Igor enfatizou que a redução de um dia de programação resultou em 10 ou 15% de economia no aluguel das salas. Miguel comentou que no momento do adiamento do evento, era sabido que a questão financeira seria sensível, com possível queda de receita, e, portanto, que a decisão de redução nos custos do evento foi necessária. A organização verificou que os cinco dias de evento não se justificavam, levando em conta a grade de programação existente. A organização então procedeu com os ajustes necessários para que não houvesse perda de conteúdo. Sobre a nova sessão de melhores artigos, Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) sugeriu que o nome da sessão fosse “artigos mais bem avaliados” ao invés de “melhores artigos”. Miguel prosseguiu apresentando alguns dados sobre números de inscritos por workshops ao longo do tempo, que mostrou pico na data limite para a publicação do artigo; e que no dia da reunião havia 346 inscritos e 287 pagantes, lembrando que o WRNP naquele ano foi gratuito e, portanto, não contabilizou no número de inscritos. Miguel chamou atenção ao patrocínio do CGI.br/NIC.br e uma possível resistência ao SBRC após o ajuste de 40% das despesas. Houve um esforço interno no CGI.br/NIC.br, para que o patrocínio fosse aprovado mediante a um novo ajuste, que deveria resultar em um pedido de 60 mil reais. Igor complementou que o valor inicial foi de 150 mil reais, máximo possível para o CGI.br/NIC.br, e que após a deflagração da pandemia e o consequente ajuste de 40%, levando o orçamento a 100 mil reais, é que o pedido chegou até os relatores, sendo aprovado. A resistência ocorreu em período posterior ao da aprovação, por parte de conselheiros que contestaram o valor, chegando a uma solução de compromisso de 60 mil reais, que foi o valor finalmente aprovado. Igor complementou que as próximas submissões devem ser feitas de forma cuidadosa para que não haja recusa a pedidos de patrocínio do SBRC por parte do CGI.br/NIC.br. Registrou-se agradecimentos à Professora Tanara Lauschner da UFAM, que apoiou o pedido do SBRC de patrocínio junto aos conselheiros. Igor ainda comentou a diferença do modelo de patrocínio do CGI.br/NIC.br em comparação ao praticado no passado. Ele disse que, atualmente, talvez desde 2019, as despesas com verba do patrocínio CGI.br/NIC.br deveriam seguir estritamente aquilo que foi solicitado no projeto em termos de rubricas, itens de dispêndio e valores. Fábio Luciano Verdi (UFSCar) comentou que, em eventos presenciais, a concretização do orçamento é mais simples que em eventos virtuais. Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) questionou se a dificuldade foi decorrência do evento ter sido online ou se outros eventos patrocinados também tiveram dificuldades. Os organizadores não souberam afirmar. Miguel concluiu a sua parte dizendo que um modelo para os workshops deveria ser pensado e que este modelo deveria levar em conta a atratividade dos workshops para o SBRC e as dificuldades financeiras. Ainda, Miguel avisou sobre os vídeos do evento, que seriam divulgados posteriormente.


Dando continuidade ao relato da organização, Igor Monteiro Moraes (UFF) falou sobre a parte financeira, começando pelas receitas. Igor mostrou uma tabela comparativa entre as receitas do evento de 2019 e as receitas de 2020, antes e depois da pandemia. Ele informou que a CAPES aprovou o mesmo valor de 2019, R$84.000,00, sendo que, depois da pandemia, houve uma correção para R$22.000,00. Após uma consulta à CAPES, foi sugerido que um maior detalhamento fosse dado ao orçamento o que, em etapa recursal, levou ao valor atualizado de R$73.000,00. No CGI.br/NIC.br, inicialmente foi solicitado R$150.000,00, valor este que depois foi corrigido para R$100.000,00 e, finalmente, aprovado em R$60.000,00. Igor informou que o contrato com o CGI.br/NIC.br já estava assinado, restando apenas o depósito dos recursos. O CNPq patrocinou R$33.000,00, sem alteração após a pandemia. A FAPERJ aprovou R$20.000,00, que ainda não tinham sido depositados. Globo/Globo.com patrocinou R$10.000,00, sendo que desse valor é debitado 500 reais para pagamento de imposto para emissão de nota. O PPG da UFF patrocinou R$3.132,71, usado para compra de passagens aéreas antes da deflagração da pandemia. As Inscrições geraram um valor bruto de R$62.700,00 e as outras receitas, no valor de R$28.347,19, se referiam ao empréstimo com a comissão especial realizado no início da organização do evento para pagamento das parcelas do hotel antes da pandemia. A Google optou pela cota bronze, de R$5.000,00, que este ano havia sido reduzida para atrair mais patrocinadores, e depois incrementou o valor em mais R$7.000,00, como cota correspondente dentro de um acordo de patrocínios global a eventos da SBC. Nos próximos anos, o que ficou entendido, é que o patrocínio da Google não exigiria solicitação, mas ficará limitado à fatia que couber ao SBRC no acordo com a SBC. Igor continuou com uma tabela de despesas antes da pandemia, comentando que as datas para pagamento do hotel foram negociadas também em função da data que a organização deveria decidir sobre a mudança para modalidade online. Caso esta negociação não tivesse ocorrido, o valor antecipado ao hotel, de R$49.920,59, seria maior. O hotel, ao ser comunicado do cancelamento do evento presencial, comprometeu-se a devolver por força de lei os valores antecipados integralmente. O estorno, porém, se iniciará após seis meses do término do estado de calamidade, o que aconteceria em meados de 2021 em seis parcelas. Igor relatou que havia outra opção no lugar do estorno, que era a elaboração de uma carta de crédito. Esta opção, porém, foi refutada pela comissão especial e direção da SBC, que preferiram assinar um distrato e solicitar o estorno dos valores já com datas de devolução estabelecidas. Igor comentou ainda as despesas com passagens aéreas de R$9.845,24, às quais também deverão ser estornadas pelas empresas aéreas por força de decreto; e despesas com gráficas de R$670,00, para divulgação do evento no SBRC 2019. Em relação às despesas pós-pandemia, Igor mostrou uma outra tabela contendo o detalhamento. Ele mostrou que as despesas se concentraram com a empresa Underline, em US$14.000,00, equivalente a R$75.772,98, e explicou os modelos de negócio da empresa. Havia a possibilidade sem custos para o SBRC, porém com cessão de conteúdo à Underline e influência na programação; e a possibilidade paga, com manutenção dos direitos relativos ao conteúdo por parte da SBC. Além da Underline, Igor relatou os custos de em R$46.475,45 com caixas contendo kits de boas-vindas a serem enviadas aos participantes, em uma tentativa de reproduzir a experiência de um evento presencial. Como custos ainda, tiveram o uso do sistema da SBC de R$23.534,55; o apoio administrativo em R$18.000,00 com a Creacteve, empresa que apoia o evento desde 2017, quando o mesmo começou a ser desenhado; o desenvolvimento da página web em R$4.157,56; a mestre de cerimônias e o grupo de chorinho da solenidade de abertura de R$2.400,00; e, finalmente, outras despesas no valor de R$16.791,18, que incluíram a entrega das caixas, publicação de artigos etc. Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) questionou as outras plataformas para realização do evento além da Underline. Igor explicou que outras plataformas foram avaliadas, como a Galoá, o Zoom e a Softaliza, mas que os principais fatores de escolha da Underline foram o suporte prometido, o pronto atendimento e os elogios recebidos de participantes em outros eventos. Igor aproveitou a oportunidade para dizer que os direitos de exibição dos vídeos são dos autores e da SBC e que isso foi combinado com a Underline, inclusive oferecendo aos autores a oportunidade de removerem o próprio vídeo da Underline quando quiserem. Michele Nogueira Lima (UFPR/UFMG) questionou o contrato e se ele havia sido negociado em dólar, o que foi confirmado por Igor. O próprio complementou informando que há um contrato pré-estabelecido com a SBC e que cada evento deve apenas fazer um aditivo ao contrato, o que facilitaria a realização de novos eventos. Para concluir, Igor apresentou a receita total do SBRC 2020, no valor de R$301.679,00, e que, descontadas todas as despesas, resultaria em um lucro final de aproximadamente R$55.685,76 após todas as devoluções. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) e Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) agradeceram toda a organização do SBRC 2020.


Dando continuidade à reunião, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) convidou Marcelo Gonçalves Rubinstein (UERJ) e Anelise Munaretto (UTFPR), para que eles pudessem relatar os assuntos da coordenação do comitê de programa do SBRC 2020. Marcelo começou sua fala agradecendo a organização do evento em nome próprio e de Anelise. Em seguida, ele falou dos grandes desafios enfrentados, dado o tamanho do evento, e do bom trabalho em conjunto com a organização. Agradeceu ainda a Anelise pela coordenação do comitê de programa e aos coordenadores dos três anos anteriores pelas respostas às consultas a procedimentos adotados em anos anteriores. Marcelo prosseguiu agradecendo também os membros do TPC, os revisores convidados e os autores, ressaltando a importância de todos. Em seguida, Marcelo apresentou o calendário seguido, afirmando que este não foi muito afetado pela pandemia, já que o processo já estava em etapa de discussão de artigos. Marcelo ainda relatou que o comitê de 2020, diferente dos anos anteriores, tentou manter a mesma data de registro e submissão de artigos. O objetivo foi evitar o bid de artigos incompletos para revisão. Marcelo ainda falou dos adiamentos das datas de registro e submissão, esclarecendo que estes foram feitos em função do número de submissões e até que novos adiamentos pudessem atrapalhar o calendário previamente combinado com o comitê de programa. Os outros prazos, de revisão e notificação, não mudaram muito em relação aos praticados nos anos anteriores. Marcelo relatou que o comitê de programa do SBRC 2020 teve 117 membros, incluindo os próprios coordenadores de programa, e que a seleção foi baseada nos cinco anos anteriores através de consultas aos respectivos coordenadores. Marcelo relatou que o comitê diminuiu um pouco de tamanho, considerando a remoção e convite a novos membros em relação ao ano anterior. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) questionou o número de membros do comitê e Marcelo justificou, com opinião pessoal, que o número foi uma tentativa para garantir ao menos três revisões por artigo submetido sem sobrecarregar o comitê. Marcelo ainda apresentou o histórico de submissões, ressaltando que a diferença entre registro e submissão de artigos é pequena, em comparação aos anos anteriores, sendo uma possível consequência da manutenção das datas quase até o final do processo. Marcelo mencionou ainda que o número de submissões foi próximo ao dos anos anteriores, com exceção do ano de 2018, e mostrou os dez tópicos mais e menos assinalados pelos artigos submetidos. Ele comentou que alguns tópicos foram removidos como consequência da análise de dados semelhantes dos anos anteriores. Marcelo complementou apresentando os dez tópicos mais e menos assinalados pelos revisores e os dez tópicos mais e menos assinalados pelos artigos aceitos. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) questionou a importância dos tópicos. Marcelo ressaltou que o processo de atribuição de revisores é feito a partir da marcação de tópicos por parte do comitê. Anelise complementou a importância, observando que o JEMS foi usado e que este considera os tópicos e o bid assinalados pelos membros do comitê para atribuição de artigos. Marcelo retomou a fala comentando as dificuldades do processo de atribuição de revisões, mesmo usando as ferramentas automáticas. Ele comentou ainda que foram feitas quatro revisões por artigo e que, ao final, apenas 13 artigos de 217 ficaram com três revisões. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) reforçou proposta anterior de revisão em duas fases para que não fossem feitas quatro revisões com artigos de baixa qualidade. Ronaldo continuou argumentando que as quatro revisões seriam solicitadas apenas para os artigos que passassem na primeira fase. Marcelo comentou que o comitê não havia considerado essa possibilidade e deixou em aberto para coordenadores futuros, ponderando que o problema maior é o calendário recair em período de férias. Marcelo continuou sua fala comentando sobre o processo de rebuttal e discussões, dizendo que nem todos os revisores participam desta etapa. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) colocou sua opinião sobre a inefetividade do rebuttal, sugerindo que o tempo dispensado poderia ser atribuído ao processo de avaliação em duas fases, desde que a comunidade entenda que o processo será realizado dessa forma. Anelise achou interessante o processo de revisão em duas fases, mas colocou ressalvas sobre as datas que já seriam conhecidas pela comunidade. Ela ainda reforçou que a necessidade de três revisões preocupou inicialmente o comitê, mas que dada a experiência do ano, essa possibilidade poderia ser reavaliada futuramente. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) comentou que, no passado, a submissão era no carnaval e que o problema não estaria exatamente nas datas. Fabíola Greve (UFBA) compartilhou a experiência dela como coordenadora de programa sobre o número de revisores, afirmando que o número em torno de 100 é suficiente e necessário para garantir ao menos três revisões por artigo. Fabíola também comentou sobre o processo de rebuttal, que este serviria como aprendizado, mesmo que não resultasse em mudança de notas. Fabíola ainda colocou que a decisão sobre o número de membros do comitê de programa é da coordenação do ano, pois isso envolveria risco para a qualidade do evento. Sobre a revisão em duas etapas, ela complementou dizendo que os revisores deveriam receber todos os artigos de uma vez, pois é comum entre os revisores a adoção de um procedimento comparativo. Anelise Munaretto (UTFPR) comentou que as discussões entre os revisores que antecederam o rebuttal levaram a mudança de notas e que isso é importante principalmente para artigos com grande discrepância. Ela prosseguiu dizendo que, após o rebuttal, poucas notas foram alteradas pelos revisores, e que o retrabalho para os autores não compensaria. Ela se disse favorável às discussões, mas não ao rebuttal. Marcelo Gonçalves Rubinstein (UERJ) retomou a fala dizendo que a discussão não resolveu todos os conflitos e que o sistema ficou aberto para mudança de notas ao longo do processo de discussões e rebuttal. Após esse prazo, por volta de dez artigos tiveram ao menos uma nota alterada, mas a grande maioria foi para baixo. Marcelo afirmou que não era possível dizer em que momento a alteração na nota foi executada, antes ou depois do rebuttal. Michele Nogueira Lima (UFPR/UFMG) questionou se a discussão por chat é efetiva e se seria melhor concentrar a tarefa em um único dia e horário, dada a agenda dos membros do comitê de programa, que talvez não poderiam acompanhar discussões mais demoradas. Marcelo respondeu que este comentário se assemelha às reuniões do comitê que aconteciam no passado e que passaram a ser consideradas “injustas”. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) tomou a palavra dizendo que é contrário à reunião presencial. Marcelo prosseguiu informando a taxa de aceitação e que esta havia sido discutida com o comitê, permanecendo em 33,2%, o que seguiria o padrão histórico. Os artigos dos coordenadores foram avaliados anonimamente no JEMS, ficando sob responsabilidade de Luciano Paschoal Gaspary (UFRGS). Marcelo ressaltou que a trilha principal foi dividida em 18 sessões técnicas com quatro artigos cada e que cada sessão técnica teve duração de 90 minutos. As sessões técnicas tiveram vídeos gravados e questões ao final e que esse procedimento foi escolhido para evitar problemas na condução da sessão, caso houvesse algum problema com autor. Porém, ele lembrou que outros procedimentos foram adotados por responsabilidade do coordenador de sessão. Sobre a sessão de melhores artigos, Marcelo justificou que o nome levou em conta o resultado, e que este seria o prêmio de melhor artigo. Porém, ele concordou que a sessão era formada pelos artigos mais bem avaliados e aproveitou para relatar que a seleção do melhor artigo havia ficado sob responsabilidade de uma comissão formada por três membros do comitê. A comissão teve liberdade para escolher o melhor artigo e as menções honrosas e que os nomes dos membros da comissão seriam mantidos em sigilo, como foi feito nas edições anteriores. José Marcos Nogueira (UFMG) comentou que os outros artigos que não pertenciam aos quatro considerados como candidatos ao melhor artigo poderiam se sentir desmotivados e que o fator surpresa não existiu. Marcelo explicou que esse destaque foi dado como sugestão na reunião conjunta do SBRC 2019. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) comentou que o número de artigos que concorreram ao prêmio poderia ser um critério decidido também pela comissão, já que como consequência do processo de avaliação, um bom artigo poderia receber uma nota baixa. Marcelo apresentou os artigos candidatos ao prêmio de melhor artigo que foram os seguintes:

  • “Novo RMLSA com Tonificação de Circuito e ciente da Qualidade de Transmissão com Baixa Margem em Redes Ópticas Elásticas” de autoria de Lucas Rodrigues Costa (Universidade de Brasília), Ítalo Barbosa Brasileiro (Universidade Federal do Piauí) e André Drummond (Universidade de Brasília);
  • “Coordenação de Múltiplos Eventos Críticos de Saúde Por Redes Dinâmicas de Interesse Social” de autoria de Agnaldo Batista, Aldri dos Santos, Michele Nogueira e Giovanni da Silva (Universidade Federal do Paraná);
  • “Uma Análise de Desempenho do Wi-Fi Direct para Comunicações Veículo-Pedestre” de autoria de Thales Almeida (Universidade Federal do Rio de Janeiro), José Geraldo Ribeiro Júnior (Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais), Miguel Elias Mitre Campista e Luís Henrique Costa (Universidade Federal do Rio de Janeiro); e
  • “A Model-Driven Approach for Real-time Role-Based Communication” de autoria de Marcelo Vieira, Sergio T. Carvalho, Fabio Costa (Universidade Federal de Goiás), David Bromberg (University of Rennes 1, França).

 

Marcelo concluiu seu relato, comentado sobre as dificuldades relativas ao conflito de interesse, que requer atualização dos dados no JEMS. Marcelo falou ainda da demora por parte do comitê para aceitar as revisões atribuídas, a recusa das revisões próxima ao prazo de término e a dificuldade para conseguir coordenadores de sessão. Anelise agradeceu ao Marcelo e à organização do SBRC 2020 pelo convite. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) e Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) parabenizaram os coordenadores do comitê de programa. Dando continuidade à pauta comum, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) passou a palavra aos organizadores do SBRC 2021, Flávio de Oliveira Silva (UFU) e Pedro Frosi Rosa (UFU). Flávio iniciou falando de Uberlândia, sobre a localização da cidade e os números da região e da cidade. Flávio prosseguiu mostrando o acesso até Uberlândia, as atrações turísticas, culturais e gastronômicas e o potencial de hospedagem da cidade. Ele apresentou ainda uma lista de eventos passados organizados em Uberlândia e aqueles que seriam os próximos, o Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação (SBSI 2021) e o SBRC 2021. Flávio contextualizou o momento externando o desejo da organização em receber presencialmente a comunidade de redes de computadores e sistemas distribuídos em Uberlândia, ressaltando que o evento nunca passou por lá nos seus quase 40 anos. Ele ainda colocou as incertezas relativas ao cenário daquele momento ao questionar o início da vacinação e quanto tempo que a vacina iria ainda levar até chegar aos brasileiros. Flávio ainda comentou o primeiro caso de reinfecção no Brasil em 10 de dezembro de 2020. Flávio prosseguiu trazendo fatos, como a realização online do Sigcomm 2021, a decisão sobre viagens ocorrerem com pelo menos dois meses de antecedência, a preferência de toda a comunidade pela manutenção da data inicialmente proposta e o impacto gerado na organização como decorrência do modelo a ser seguido, seja ele presencial ou virtual. Flávio prosseguiu com uma comparação entre o modelo presencial e virtual. Ele ressaltou que, no geral, o virtual tem menor presença, menor receita, mas tem menores custos. Flávio ainda destacou o número de inscrições, pagos mais isentos desde 2018 do SBRC e do CSBC. A partir desses dados, ele pontuou uma queda no número de inscrições em 2020, como consequência de o evento ser virtual. Ele mostrou também uma exceção, o CBSOFT, que teve um número maior de participantes em 2020, e questionou a plataforma a ser utilizada, se a Underline, a Whova, Eventos GOV ou uma outra qualquer. Levando em conta todos os pontos anteriores, Flávio, em nome da organização, propôs a realização do SBRC 2021 de forma virtual, já indicando a sua vontade em receber o SBRC presencialmente em Uberlândia em 2023, ou 2024, como era o plano inicial. Flávio justificou que a incerteza é o principal motivo para a decisão e que postergar a definição da modalidade, presencial ou virtual, poderia gerar ruídos e complicações. Flávio ponderou também sobre a data do evento em 2021. Ele mencionou que houve uma consulta prévia ao comitê consultivo, que optou pela manutenção do evento em maio, mas que levando em conta que o evento de 2020 havia sido em dezembro de 2020, uma solução de compromisso poderia ser adotada. Dessa forma, o SBRC 2021 começaria o retorno ao mês de maio e que a proposta seria realizar o evento entre 16 e 20 de agosto de 2021. Flávio relatou que o site do SBRC 2021 já estava pronto (http://www.sbc.org.br/sbrc2021), incluindo as chamadas de trabalho. Flávio caminhou para a conclusão de sua fala apresentando o comitê organizador do SBRC 2021.

  • Coordenação geral: Pedro Frosi Rosa (UFU) e Flávio de Oliveira Silva (UFU);
  • Coordenação do comitê de programa: Alberto Egon Schaeffer-Filho (UFRGS) e Fábio Luciano Verdi (UFSCAR);
  • Coordenação de workshops: Jó Ueyama (USP) e Rafael Lopes Gomes (UECE);
  • Coordenação de palestras: Antônio Alfredo Loureiro (UFMG) e Eduardo Coelho Cerqueira (UFPA);
  • Coordenação de painéis: Augusto José Venâncio Neto (UFRN) e Carlos André Guimarães Ferraz (UFPE);
  • Coordenação de minicursos: José Ferreira de Rezende (UFRJ) e Kléber Vieira Cardoso (UFG);
  • Coordenação do salão de ferramentas: Cristiano Bonato Both (UNISINOS) e Daniel Fernandes Macedo (UFMG);
  • Coordenação do concurso de teses e dissertações: Michele Nogueira Lima (UFMG) e Leandro Aparecido Villas (UNICAMP);
  • Coordenação do hackathon: Linnyer Beatrys Ruiz Aylon (UEM) e Cesar Augusto C. Marcondes (ITA); e
  • Comitê local: João Henrique de Souza Pereira (UFU), Luiz Cláudio Theodoro (UFU), Rodrigo Miani (UFU) e Rafael Pasquini (UFU).

 

Em seguida, Flávio falou da chamada de trabalhos para a trilha principal com registro de artigos até 5 de março de 2021, submissão de artigos até 13 de março de 2021, comunicação dos resultados até 10 de junho de 2021 e o envio da versão final até 1º de julho de 2021. Ele falou que a página de chamada de trabalhos estaria disponível em https://www.sbrc2021.facom.ufu.br/ e que outras datas seriam planejadas com os outros coordenadores, seguindo o padrão dos anos anteriores. Flávio anunciou, em especial, a manutenção dos prazos para submissão de trabalhos aos workshops após o resultado da trilha principal. Flávio concluiu falando sobre os patrocínios públicos e privados e que Uberlândia ainda esperava pelo SBRC. Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) e Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) retomaram a palavra e Alberto externou sua satisfação pelo fato de as datas já estarem definidas e que as chamadas já poderiam ser divulgadas. Michele Nogueira Lima (UFPR/UFMG) colocou sua preocupação em relação às datas e que estas se chocariam com a organização do SBSEG 2021, o qual estaria programado para 30 de agosto a 2 de setembro de 2021. Alberto comentou que houve uma tentativa de desviar as datas do SIGCOMM 2021 e do SBSEG 2021. Michele colocou a interseção entre a comunidade do SBRC e do SBSEG e que as datas próximas poderiam prejudicar a submissão de artigos aos eventos. Ela colocou que essas datas deveriam ser refletidas. José Marco Nogueira (UFMG) tomou a palavra para comentar sobre a possibilidade de o SBRC 2021 ser parcialmente presencial. Iara Machado (RNP) comentou que levaria as datas para a RNP, para avaliação interna, mas de antemão confirmou a vontade de fazer o WRNP 2021 junto ao SBRC 2021 novamente.


Dando continuidade à reunião, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) passou a palavra a Allan Edgard Silva Freitas (IFBA) que colocou que a realização do SBRC 2020 em dezembro foi o menor dos problemas e que voltar o evento ao mês de maio de 2021 seria apertado. Sobre o evento ser parcialmente presencial, ele apontou os riscos relativos à imunização até o evento. Fabíola Greve (UFBA) considerou o problema das datas e que, desde já, seria interessante divulgá-las, dando liberdade a possíveis mudanças. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) sugeriu manter a data de maio de 2021, pois ele não via muita diferença entre maio e agosto. Ele colocou que nesse caso, a submissão poderia ser feita em época de carnaval, como era no passado. Igor Monteiro Moraes (UFF) colocou sua preocupação em relação aos prazos dos editais de patrocínio, o que a organização do SBRC 2021 prontamente respondeu estar atenta.


Dando continuidade à pauta conjunta, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) passou a palavra aos organizadores do SBRC 2022, Rossana Andrade (UFC) e Rafael Gomes (UECE). Rafael iniciou sua fala sobre a proposta de organização do SBRC 2022 em Fortaleza, mostrando características da cidade, localização, número de habitantes, potencial turístico e acesso à cidade desde o aeroporto. Rafael trouxe também projeções sobre tarifas aéreas de ida e volta até Fortaleza, tanto em voos nacionais quanto internacionais; possibilidades de sedes, em particular os Hotéis Praia Centro e Gran Marquise, com perspectivas de custos tanto do local quanto de alimentação e bebida. Rafael trouxe ainda uma lista de outras despesas, afirmando que estas estariam alinhadas com os últimos eventos presenciais em 2018 e 2019. Rafael falou ainda da equipe local, que além dos organizadores gerais, Rafael Gomes (UECE) e Rossana Andrade (UFC), também contaria com Atslands Rocha (UFC), Danielo Gomes (UFC), Paulo Rêgo (UFC), José Neuman de Souza (UFC), Joaquim Celestino Jr. (UECE), Marcial Fernandez (UECE) e Bruno Lopes (UNIFOR). Rafael ainda falou sobre o interesse de patrocinadores, citando algumas empresas privadas e órgãos públicos regionais e nacionais. Ele também comentou sobre as acomodações à beira mar e as numerosas opções próximas às duas sedes com diferentes valores, sobre os possíveis eventos sociais e as atrações turísticas e culturais da cidade e redondezas. Rafael colocou que outras decisões seriam ainda tomadas a partir daquele momento. Michael Stanton (RNP) demonstrou satisfação com o evento em Fortaleza pois o local coincide com ações da RNP, em especial, com a infraestrutura de links ópticos internacionais existente no local. Dando continuidade à pauta conjunta, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) passou a palavra a Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS). Inicialmente Alberto relembrou a lista de presença e em seguida compartilhou uma demanda recebida pela SBC do comitê de avaliação da CAPES, que posteriormente foi delegada às comissões especiais pela SBC. A demanda seria relativa à identificação dos eventos importantes de cada uma das áreas e que esta havia sido recebida em julho de 2019, por volta do CSBC. A comissão especial de redes, portanto, havia começado à época da recepção da demanda, uma coleta de sugestões de eventos importantes da área, inicialmente junto ao comitê gestor e, posteriormente, junto à comunidade através de consultas na lista RESD-L. Ele continuou dizendo que ao final de 2019 houve a publicação de um relatório do Qualis de periódicos e eventos científicos da CAPES e que esse documento indicaria linhas gerais do novo Qualis. Alberto reforçou que este relatório não definia uma tabela com periódicos, mas as linhas gerais seguidas pelo novo Qualis. Ainda, comentou que durante o CSBC de 2020, foi mencionado que as comissões especiais deveriam manter as respectivas listas de eventos importantes atualizadas, pois a partir daquele momento o Qualis teria um formato continuado. Alberto informou que a CAPES precisaria periodicamente e em curtos espaços de tempo de indicadores numéricos de qualidade dos eventos para avaliação dos programas. Ele ainda complementou dizendo que o mais próximo de um novo Qualis que se tinha até aquele momento era o documento de linhas gerais disponibilizado no site da CAPES. Alberto citou Antônio Jorge Gomes Abelém (UFPA) e José Augusto Suruagy Monteiro (UFPE) que teriam participado no passado do comitê de avaliação da CAPES. Suruagy confirmou que eles estariam em uma comissão que se reuniria em breve para avaliação de periódicos e eventos da área com base até 2019 e que, no início de 2021, aquilo que foi reportado em 2020 seria revisto. Ele disse que o momento seria particularmente importante pelo encerramento do quadriênio e que a ideia seria passar para as comissões especiais a responsabilidade de manter a sua lista de eventos importantes sempre atualizada, em caso de solicitações da CAPES. Alberto relembrou que pediu ao comitê gestor uma ajuda para começar a lista e que, depois, esta foi compartilhada na lista da comissão especial para novas contribuições. Ele explicou que a ideia do funcionamento do Qualis novo é usar o H5 obtido do Google Scholar como um quantificador base, que seria usado para definir o estrato base. Porém, para não ficar uma análise puramente quantitativa, a CAPES definiria quatro categorias de eventos: a Categoria 1, no qual o Qualis do evento é definido pelo estrato base obtido do Google Scholar; a Categoria 2, composta pelos Top10 e Top20 eventos, que permite ao evento subir de 2 ou 1 nível, respectivamente, além daquilo que seria classificado pelo estrato base; a Categoria 3, composta por eventos nacionais com pelo menos 20 anos de existência que poderiam ser classificados como A4, independente do H5 deles, ou eventos com pelo menos 10 anos que são classificados como B1; e, por fim, a Categoria 4, que seria formada por eventos indicados como Top e, mesmo sem H5, teriam ao menos Qualis B3. Alberto ressaltou que o SBRC, independente do H5, é considerado Qualis A4. Suruagy complementou que a nossa área também realiza classificação de eventos, que isso seria uma decisão da comissão de área. Ele ainda reforçou que a ideia é trabalhar em conjunto com a comunidade para que haja a identificação de problemas. Gustavo Figueiredo (UFBA) pediu a palavra para comentar que, na lista de coordenadores de pós-graduação, ele havia recebido um pedido para indicação de eventos relevantes. Gustavo comentou que, como membro da comunidade de redes ópticas, ele havia indicado algumas conferências, inclusive a OFC. Ele demonstrou preocupação pois a OFC, que tem interseção com o SBRC, havia sido marcada como fora de área pelos programas de ciência da computação. Dessa forma, Gustavo questionou o posicionamento da comissão especial e quais os critérios para decidir quais eventos são da área e quais não são. Alberto não se lembrava do caso específico, mas que haviam surgido várias solicitações de outras conferências que a comissão indicava como top, mas não core. Esses casos deveriam ser indicados na planilha da comissão de área, pois se nenhuma comissão especial indicar a conferência, ela não irá aparecer no Qualis da CAPES. Alberto recomendou, portanto, que todas as conferências deveriam ser indicadas na lista da comissão especial para que, caso tenham alguma relação com a comissão, mesmo sendo avaliada como top e não core, elas apareçam no Qualis da CAPES. José Augusto Suruagy Monteiro (UFPE) confirmou que realmente ajuda estar na lista da comissão especial. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) questionou se todos os eventos que a comunidade participa deveriam ser adicionados à lista, o que foi prontamente rebatido pelo Suragy, como apenas os que são relevantes.


Dando continuidade à pauta conjunta, Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) relatou a participação de Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ), representante do LARC, e dele próprio, representante da SBC, no comitê de avaliação de novos grupos de trabalho (CANG) da RNP, Edital 2020. Alberto prosseguiu o relato informando que foram 48 propostas recebidas, 16 em TICs aplicadas na educação, 12 em infraestruturas e aplicações para campi inteligentes, 10 em TICs aplicadas na saúde, 4 em monitoramento de redes, 3 em gestão de identidade e 3 em cibersegurança. Ele comentou que todos os membros do comitê, Miguel pelo LARC, Alberto pela SBC e mais um conjunto de avaliadores, parte do sistema RNP e parte da RNP, foram convidados para uma reunião de orientação em 2 de junho de 2020. Alberto ainda comentou que o prazo para avaliação das 48 propostas era até 15 de julho de 2020 e que, depois disso, houve uma reunião de consenso nos dias 13 e 14 de agosto de 2020, na qual quatro propostas foram selecionadas. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) questionou o que seria TIC e o que seria “orientação”. Alberto explicou que TIC é Tecnologia de Informação e Comunicação e que a orientação se refere a uma reunião para familiarização com o processo, apresentação do cronograma, apresentação de uso do JEMS e informação sobre a importância da declaração de conflitos de interesse. Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ) confirmou a explicação apresentada por Alberto.


Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) anunciou o próximo ponto de pauta conjunta, representantes do LARC e da SBC no conselho de administração da RNP (CADM), cujos relatores foram Paulo André da Silva Gonçalves (UFPE) e o próprio Alberto. Alberto relatou que, segundo informado na reunião de 2019 e por sugestão do diretor da RNP, o mandato dos conselheiros do LARC e da SBC deveria ser de 3 anos. Esse tempo seria o mínimo para que os conselheiros pudessem conhecer melhor o processo, ter uma maturidade maior na tomada de decisões e evitar muitas oscilações dentro do CADM. Com isso, Fabíola Greve (UFBA) permaneceu no CADM um terceiro ano, até maio de 2020, lugar que foi assumido por Alberto por três anos. Alberto esclareceu que o mandato do Paulo André era de junho de 2019 até maio de 2021 e que, a partir do seu término, os mandatos seguintes dos representantes do LARC seriam de três anos. Alberto relatou que as reuniões ocorrem a cada 2 meses e que estas são online através do Mconf. Além disso, ele comentou que os conselheiros tiveram a oportunidade de passar por um curso de capacitação pelo IBGC de 4 de junho de 2020 até 9 de julho de 2020. Alberto listou alguns dos assuntos que passaram pela pauta do CADM. Dentre eles, aprovação de prestação de contas 2019, relatório de gestão anual 2019 e 2020, plano de ações 2020 e 2021; aprovação de quadro de indicadores e metas (QIM); discussão de objetivos estratégicos em elaboração com o MCTIC; renovação de contrato de gestão 2021-2030; plano de investimento da rede, aquisição de equipamentos, regimento interno do comitê de pessoas, celebração de termos aditivos ao contrato de gestão e divulgação de um resumo de cada reunião do CADM; monitoramento da governança e gestão; e apresentação de projetos em execução, p.ex., Projeto Macapá-Santarém (Norte Conectado). Além disso, Alberto relatou que houve a revisão do estatuto social e regimento interno, e alteração na diretoria-executiva com recondução ao cargo de diretor geral da RNP (2021) de Nelson Simões; recondução de Eduardo Grizendi ao cargo de diretor de engenharia e operações; condução de Antonio Carlos Nunes, no lugar de José Luiz Ribeiro Filho, ao cargo de diretor de serviços e soluções; recondução de Iara Machado ao cargo de diretora de pesquisa, desenvolvimento e inovação; e a condução de José Luiz Ribeiro Filho, no lugar da Madalena Raptopoulos, ao cargo de diretor de administração e finanças (gestão). Alberto passou a palavra para Iara Machado (RNP) para comentários sobre as modificações na diretoria de pesquisa, desenvolvimento e inovação. Iara relatou que havia o CTIC, que era uma unidade de negócio fora da governança da RNP, que foi criada pelo PROTIC com governança ligada aos ministérios. Ela ainda comentou que o CTIC era liderado por Lisandro Zambenedetti Granville (RNP/UFRGS) e que o CTIC tinha uma série de atividades relacionadas com projetos de P&D, principalmente as chamadas coordenadas. Iara prosseguiu explicando que ao final do governo Temer, o decreto que criava o PROTIC e definia o CTIC havia sido revogado. Isso fez com que a RNP decidisse trazer o CTIC para a estrutura da RNP, como uma unidade associada. Com isso, uma diretoria adjunta de gestão de P&D foi criada na RNP e que Lisandro Zambenedetti Granville (RNP/UFRGS) havia sido convidado para assumi-la, como responsável por todos os programas de P&D com gestão da RNP. Iara relatou que ainda há uma outra diretoria adjunta, liderada por Leandro Ciuffo (RNP), que ficou mais focada em Internet Avançada e nos projetos correspondentes. Alberto retomou a palavra para finalizar o relato deste ponto de pauta apresentando os membros do CADM que, naquele momento, eram: Alberto Wester, Comitê de Usuários; Allan Gonçalves de Oliveira, PoP/UFMT; Alberto Egon Schaeffer Filho, SBC; André Henrique dos Santos Castro, MEC; Carlos Eduardo Sanches da Silva, MEC; Jussara Issa Musse, PoP/UFRGS; Márcia Regina de Souza, Associados RNP; Maximiliano Salvadori Martinhão, MCTIC (presidente); Paulo César Rezende de Carvalho Alvim, MCTI; e Paulo André da Silva Gonçalves, LARC. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) pediu a palavra para manifestar a importância da manutenção do histórico das reuniões do CADM e que ele, em oportunidade passada, havia sugerido que os editais de contratação dessem preferência a candidatos que tivessem titulação, mestrado e doutorado. Após a intervenção de Otto, Alberto concluiu os itens da pauta comum.


Dando início à pauta do CE-RESD, Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS) relatou que o saldo da CE-RESD naquele momento era de R$295.232,26 e que esse valor ainda não contemplava o empréstimo realizado ao SBRC 2020. Alberto colocou que a ideia, sugerida no ano anterior, de usar parte desses recursos para auxílio a estudantes na participação no SBRC continuava válida. Porém, não pôde ser executada este ano dada a pandemia.


Dando continuidade à reunião, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) perguntou se alguém teria ressalvas sobre a ata do ano anterior e que possíveis ressalvas poderiam ser incluídas na ata desde ano. Como não houve manifestação, Ronaldo prosseguiu para a pauta do LARC, iniciando pelo pedido de filiação do ITA ao LARC. Ronaldo colocou em regime de votação e o pedido foi aprovado por unanimidade pelos representantes do LARC. Em seguida, Ronaldo relatou que em 2020 houve a escolha dos novos representantes acadêmicos do CGI.br e que para participação no processo eleitoral, o LARC deveria estar totalmente regular. Ronaldo prosseguiu explicando que para isso foi necessário que o LARC registrasse antecipadamente a ata de 2019 e que não tivesse pendências com o imposto de renda e nem com a receita federal. Isso fez com que o LARC encerrasse 2020 com a situação fiscal e administrativa em dia. Ronaldo ainda comentou sobre a eleição do CGI, dizendo que foi realizada em curto prazo, e que houve a necessidade de articulação para recondução de uma pessoa da comunidade acadêmica ligada à comunidade de redes. Ele relatou que essa situação ainda não refletia as condições passadas, na qual a comunidade de redes tinha duas cadeiras, e que isso era consequência da articulação de outras áreas, em especial a de comunicação. Ronaldo ainda lembrou que, em discussão com a SBC, Tanara Lauschner, indicada pela SBC, foi eleita como titular, e que Lisandro Zambenedetti Granville (RNP/UFRGS), indicado pelo LARC, seria o suplente. Ronaldo recomendou que fossem procuradas entidades que tenham atividades na Internet, para que estas possam participar da eleição do CGI. Dessa forma, seria possível ter mais votos nas referidas eleições. Lisandro complementou relembrando que, nas eleições do CGI.br, quem vota é quem tem CNPJ, o que na nossa área, seria um pré-requisito atendido apenas pela SBC e pelo LARC. Portanto, a forma de articulação é encontrar entidades que tenham CNPJ para que tenham direito a voto. Lisandro lembrou que essa necessidade de CNPJ é uma consequência das mudanças que ocorreram no processo eleitoral do CGI.br. Ronaldo comentou que uma possibilidade é verificar os capítulos do IEEE que possuam CNPJ e que realizem atividades na Internet. Otto Carlos Muniz Bandeira Duarte (UFRJ) questionou se seria possível obter CNPJ para as comissões especiais de redes e de segurança da SBC. Lisandro explicou que essa ideia poderia ser discutida. Para concluir, Ronaldo avisou sobre a mudança da diretoria do LARC e que o mandato iria até junho de 2021. Como o SBRC não ocorreria em maio de 2021, ele adiantou que precisaria convocar uma reunião somente com os representantes do LARC em maio de 2021. Essa reunião seria então necessária para a escolha da nova diretoria que, assim, manteria o LARC regularizado, uma vez que o estatuto define mandatos de dois anos. Alberto lembrou que o mesmo aconteceria com a comissão especial, visto que o mandato é também de dois anos, iniciado em maio de 2019. Ronaldo explicou que o caso da comissão especial é diferente e que os mandatos dos membros da comissão especial poderiam ser prorrogados até a próxima reunião, que aconteceria no SBRC 2021, caso os presentes concordassem. Ronaldo colocou a prorrogação dos mandatos dos membros da comissão especial até o SBRC 2021 em regime de votação, sendo aprovado por unanimidade.

 

Por fim, Ronaldo Alves Ferreira (UFMS) agradeceu a presença de todos.

 

Não havendo mais nada a tratar, a reunião foi encerrada. E eu, Miguel Elias Mitre Campista (UFRJ), secretário da reunião, lavrei esta ata que vai assinada por mim, por Ronaldo Alves Ferreira (UFMS), Diretor do Conselho Técnico Científico do LARC (Gestão 2019-2021) e por Alberto Egon Schaeffer Filho (UFRGS), Coordenador da CE-RESD de Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos (CE-RESD) da SBC (Gestão 2019-2021), após aprovação.